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segunda-feira, 30 de março de 2020

Covid-19 impacta preços da castanha na Ásia


Produtores do Camboja (sudeste asiático) estão lutando para lidar com uma redução de quase 50% nos preços de venda da castanha. Antes dos efeitos prejudiciais do COVID-19 no setor agrícola, em média, o quilo da castanha alcançava preços que variavam entre US $ 1 a US $ 1,25. Atualmente esses preços atingem no máximo US $ 0,62 por kg. A situação agravou-se com o fechamento da fronteira com o Vietnã (principal comprador) para impedir a propagação do COVID-19.

Enquanto isso, a Associação do Caju do Vietnã alertou que a indústria do caju do país deverá enfrentar dificuldades nas exportações durante o primeiro semestre de 2020 por causa da pandemia global e do excesso de oferta. Isso, por sua vez, afetará os produtores de castanha de caju do Camboja, já que os compradores vietnamitas informaram que reduzirão o volume de compra de castanha em meio à incerteza em torno do contínuo surto do Covid-19 (com informações de Khmer Times).


segunda-feira, 23 de março de 2020

Demanda internacional de amêndoa de castanha de caju


O mercado internacional de amêndoa de castanha de caju (ACC), com o avanço do Covid-19 tem apresentado uma certa instabilidade. Na Europa e, em menor grau, nos EUA, o coronavírus tem levado muitos consumidores a comprarem massivamente produtos alimentares, incluindo a ACC. Com isto, os estoques de ACC estão diminuindo rapidamente entre distribuidores, torrefadores e importadores.

Ao mesmo tempo, o comércio transfronteiriço terrestre entre a China e Vietnã começa, aos poucos, a ser restabelecido, e a demanda chinesa está aumentando. Finalmente, alguns importadores ocidentais estão começando a antecipar as prováveis ​​paralisações das indústrias de processamento de castanha em todos os países processadores. De fato, essa indústria, que reúne um grande número de trabalhadores, provavelmente estará sujeita ao fechamento se a epidemia se espalhar para o Vietnã (94 casos em 21/3) ou a Índia (369 casos em 22/3), como já acontece em Gana.

Sob essas condições, a demanda internacional por ACC aumentou significativamente nos últimos dias, com muitos importadores buscando assinar contratos de fornecimento por vários meses (contratos a prazo), para não ficarem sem estoque.

sexta-feira, 20 de março de 2020

Covid-19 ameaça comércio de castanha entre Vietnã e Camboja


Os agricultores cambojanos expressaram sérias preocupações depois que o Vietnã decidiu fechar abruptamente todas as passagens de fronteira com o Camboja porque os comerciantes vietnamitas são sua principal fonte de compradores para muitas culturas, principalmente para a mandioca e a castanha de caju. O governo vietnamita fechou suas fronteiras com o Cambodja e impôs a proibição, durante um mês, da entrada para qualquer viajante estrangeiro - exceto diplomatas credenciados -, pois o país adota medidas para conter a propagação do COVID-19.

Em média, cerca de 200 comerciantes viajam diariamente do Camboja para o Vietnã diariamente para trocar ou vender produtos de ambos os países, especialmente castanha de caju e mandioca. San Navy, 35 anos, agricultor do distrito de Snuol, na província de Kratei, disse ao Khmer Times que as castanhas de caju e mandioca em sua área são vendidas a comerciantes intermediários que os vendem ao Vietnã. San afirma que esses comerciantes pararam de comprar castanha de caju em sua área desde a última terça-feira, mas a mandioca ainda pode ser vendida.

Outro agricultor da comunidade de Roka Po Pram, em Tboug Khum, Ek Hym, disse estar preocupado com a forma como o fechamento da fronteira afetará seu sustento porque os comerciantes compram castanha de caju diretamente de sua fazenda. No entanto, de acordo com Hym, os comerciantes ainda estão comprando a colheita dele, mas ele teme que isso possa mudar à medida que o fechamento da fronteira entra em vigor.

O volume de comércio entre o Camboja e o Vietnã, de acordo com números do governo, atingiu US $ 5 bilhões no ano passado e era esperado exceder esse valor em 2020. (Fonte: Khmer Times)

quarta-feira, 4 de março de 2020

Mercado internacional de amêndoa de castanha de caju



Os EUA representavam antes do surto do vírus Covid-19 30% do mercado de amêndoa de castanha de caju (ACC) das empresas vietnamitas, a União Europeia e outros países detinham 56% e a China, mais de 14%. Embora seja responsável por uma pequena proporção, a China tem desempenhado um papel importante ao impactar os preços de outros mercados já há algum tempo. A estabilidade no preço da ACC no mercado chinês é um contrapeso que contribui para manter os preços nos demais mercados.

Sob outra perspectiva, de acordo com a análise de um especialista no mercado internacional do caju, uma 'desordem mental' está dominando o mercado internacional do caju, já que o surto de Covid-19 vem provocando mudanças inesperadas. A China é um mercado importante, mas representa apenas 10% do consumo global de ACC. Além disso, todos os anos, o número de mercadorias importadas para a China, das quais mais de 90% são importadas do Vietnã, também diminui significativamente em fevereiro e março, após o pico de consumo por ocasião do Ano Novo lunar.

Talvez ainda seja cedo demais para entrar em pânico. Se a pandemia durar mais alguns meses, seus impactos serão devastadores. Mas se a pandemia for controlada no final de março, seus impactos no consumo de ACC na China e no mundo não serão significativos.

terça-feira, 3 de março de 2020

Coronavirus e preços da castanha


O surto de coronavírus na China pode não ter impactado diretamente o mercado doméstico de caju na Índia. No entanto, seu impacto no comércio de caju do Vietnã é um fator preocupante para os processadores de amêndoa de castanha de caju (ACC) na Índia.

Enquanto os preços da castanha in natura estão caindo no mercado global, o grande estoque que os processadores indianos compraram a preços mais altos é motivo de preocupação. Destacando o impacto do surto de coronavirus no setor do caju do Vietnã, K Prakash Rao, presidente da seção de Mangaluru da Confederação da Indústria Indiana (CII) e processador de ACC, disse à BusinessLine que de 20 a 22% da ACC vietnamitas foram consumidos na China antes do surto de coronavírus. Isso ajudou o Vietnã a obter um bom valor do mercado chinês.

No entanto, após o surto de coronavírus, o Vietnã no momento não conseguido vender ACC à China e está preso a enormes estoques sem comercialização. Referindo-se à situação acima, Walter D´Souza, ex-presidente do Conselho de Promoção de Exportações de Caju da Índia (CEPCI) e processador de ACC de Mangaluru, disse à BusinessLine que o Vietnã precisava encontrar um mercado alternativo imediatamente. Como resultado, foi forçado a baixar os preços da ACC em mercados como os EUA e a Europa.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Coronavirus e preços globais da castanha de caju


A Índia pode se beneficiar do colapso nos preços globais da castanha in natura, à medida que o coronavirus (Covid-19) impacta o consumo de ACC na China. Atualmente, para atender a demanda da indústria local, a Índia importa mais de 60% de de castanha in natura, principalmente dos países africanos. A queda do consumo na China levou a um excesso de oferta de castanha in natura, empurrando os preços para baixo.

A longo prazo, é provável que a Índia processe e consuma mais, de acordo com K Prakash Rao, MD da Kalbavi Cajus. Mas ele não compartilha o mesmo nível de otimismo em relação à exportação. As exportações de ACC da Índia caíram nos últimos anos com a intensa concorrência do Vietnã.

O Vietnã tem dominado a arena global do negócio caju, já que o país pode vender mais barato, mantendo o custo baixo por meio do processamento mecanizado. O ponto fraco é que o país praticamente não tem consumo doméstico, o que põe em cheque a sustentabilidade uma atividade que baseia-se apenas nas exportações, especialmente diante de crises como a vivenciada atualmente com o coronavirus.

Lições para o negócio caju no Brasil, especialmente no tocante ao estímulo do consumo interno. Tecla, aliás,  que temos batido constantemente neste Blog.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Indústria vietnamita pede regulamentação para castanha


A Associação de Caju de Vietnã (Vinacas) empreende esforços junto ao Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural daquele país no sentido de elaborar regulamentos técnicos nacionais para a castanha de caju in natura, a fim de que os processadores possam garantir a qualidade da matéria prima importada.

Em 2019 as empresas de processamento vietnamitas importaram quase 1,6 milhão de toneladas de castanha in natura. Para a Vinacas, "a qualidade das castanhas de caju cruas importadas é um fator muito importante que decide a eficiência da produção e do comércio, a qualidade dos produtos acabados e a reputação de todos os negócios vietnamitas, bem como da indústria de caju vietnamita como um todo em nível mundial".

O Vietnã importa castanha in natura de muitos países e tem enfrentado muitos problemas relacionados ao baixo rendimento, teor de umidade, número de castanhas por quilograma, castanhas deformadas e questões externas que afetam a qualidade.

O país exportou em 2019 cerca de 450.000 toneladas de amêndoa de castanha de caju (ACC) no valor de US$ 3,6 bilhões, mantendo a posição de maior processador e exportador de ACC do mundo. Para 2020, o setor pretende faturar US$ 4 bilhões em exportações.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Vietnã: produção de castanha não atende a demanda


O Vietnã tem cerca de 300.000 hectares de área cultivada com cajueiros e uma produção média de 350.000 a 400.000 toneladas de castanha por ano (rendimento médio de 1.166 a 1.333 kg/ha), que atende apenas 25 a 30% da demanda dos processadores do país. Em consequência, todos os anos o país importa mais de 1 milhão de toneladas de castanha de caju de muitos países, principalmente da África. No entanto, alguns países africanos planejam processar localmente a sua produção, o que pode vir a ser uma ameaça ao futuro da indústria vietnamita de processamento.

As principais áreas produtoras de castanha de caju no Vietnã são Dak Nong, Dak Lak, Binh Duong, Binh Phuoc, Tay Ninh, Long An, Kien Giang, Kon Tum, Gia Lai, Quang Nam, Quang Ngai, Binh Dinh, Phu Yen e Khanh Hoa, Ninh Thuan, Lam Dong, Binh Thuan e Dong Nai. Binh Phuoc responde por metade da produção de castanha de caju no país.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural do Vietnã, a capacidade de processamento da indústria vietnamita é de 1,8 milhão de toneladas de castanha por ano. O país possui 480 plantas de processamento de castanha e 20% delas possuem cadeias de processamento intensivas.

Amêndoa de caju: apetite em alta


O apetite por amêndoa de castanha de caju (ACC) continua em alta. E a demanda é particularmente forte na União Europeia (UE). Nos primeiros 10 meses do ano, as importações de ACC da UE aumentaram 16,1%, para 118.230 toneladas. Se a Europa continuar nesse ritmo em 2020, poderá se tornar o segundo maior mercado consumidor de ACC, atrás da Índia e à frente dos Estados Unidos.

É verdade que a ACC de origem vietnamita continua sendo a principal no mercado europeu, com 87.353 toneladas, ou quase 74% do total de importações de ACC, embora tenha havido um razoável progresso em alguns países africanos. Em particular, a Costa do Marfim, o quarto maior fornecedor da UE depois do Vietnã, Índia e Brasil, que viu suas exportações de amêndoas aumentarem 87% para 1.799 toneladas.

No geral, para o mercado ocidental, a UE e os Estados Unidos, as importações de ACC aumentaram 6,57%. Todas as origens, com exceção da Índia, se beneficiaram desse crescimento, segundo a agência N'Kalô.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Falta de castanha preocupa a Índia


A indústria indiana de processamento de castanha de caju, que depende fortemente de matéria prima importada, está pressionando o Governo de Gana (África ocidental) para este estabeleça uma política clara no que se refere às exportações de castanha in natura naquele país.

Presentemente a Índia produz cerca de 700 mil toneladas de castanha in natura por ano e possui um parque industrial com capacidade de processar cerca de 1,6 milhão de toneladas. Somente de Gana, que produz cerca de 75.000 toneladas de castanha, a Índia importa mais de 50.000 toneladas.

Ocorre que a maioria dos países africanos está implementando políticas públicas para que a castanha seja processada localmente. Além disso, estão sobretaxando as exportações de castanha in natura. Mas não é só a Índia; o Vietnã é outro país que corre contra o tempo no sentido de renovar e ampliar os seus pomares para poder ter matéria prima suficiente para assegurar a sustentabilidade das suas indústrias e diminuir a forte dependência das importações da castanha africana.


terça-feira, 15 de outubro de 2019

Vietnã aumenta as exportações de castanha para a China


Nos primeiros oito meses de 2019 o Vietnã exportou cerca de 42 mil toneladas de castanha de caju para a China, faturando 327 milhões de dólares, um aumento de 60,8% em volume e 35,4% em valor em relação ao mesmo período de 2018.

Os EUA, China e Holanda foram os três maiores importadores da amêndoa de castanha de caju vietnamita no período.

No cômputo geral, o Vietnã faturou US $ 2,4 bilhões com a exportação de 328.000 toneladas de castanha de caju nos primeiros nove meses de 2019.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Cajucultura: a força do Vietnã



Nos primeiros 7 meses de 2019, o Vietnã exportou quase 245.000 toneladas de amêndoa de castanha de caju para cerca de 100 países, mantendo a posição de número 1 no mundo nos últimos 14 anos.

A força do Vietnã no agronegócio caju deve-se mais à sua agressividade nos negócios do que propriamente à produção de castanha oriunda de seus pomares de cajueiros. Apenas para dar uma ideia, recentemente, o Tan Long Group - uma grande empresa no campo de produtos agrícolas vietnamita se juntou à indústria do caju daquele país e adquiriu 215.000 toneladas de castanha de caju in natura de 3 países africanos. Isto representa quase o dobro da produção de castanha de caju prevista para ser produzida no Brasil no corrente ano. Esta transação está sendo considerada a maior na história não apenas da indústria de caju do Vietnã, mas também da indústria mundial de caju. 

Temos muito o que aprender com os vietnamitas no agronegócio caju: não sobre "o como plantar caju", mas "como fazer negócios com caju".

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Cajucultura vietnamita em números


O Vietnã é considerado o maior exportador de amêndoa de castanha de caju do mundo, exportando ACC para mais de 90 países e territórios. Os Estados Unidos são o maior importador, respondendo por 35%. Embora existam 400 empresas de exportação de ACC localizadas no Vietnã, mais da metade do market share concentra-se em apenas 30 empresas. 

No Vietnã, 95% das castanhas de caju processadas são destinadas à exportação, restando apenas 5% para o mercado interno.


sexta-feira, 26 de julho de 2019

Vietnã aumenta exportações de amêndoa de caju para China


O Vietnã faturou US $ 22,47 milhões com a exportação de mais de 28 mil toneladas de amêndoa de castanha de caju para a China no primeiro semestre de 2019. Isto representa um aumento de 24,8% em valor e 53,2% em volume em relação a igual período de 2018, de acordo com o Departamento Geral de Alfândegas vietnamita.

Somente em junho, o país exportou 6,6 milhões de toneladas da castanha para a China, faturando 51 milhões de dólares, um aumento de 143,8% em volume e 104,2% em valor em comparação com o mesmo período do ano passado.

De acordo com Pham Van Cong, presidente da Associação do Caju do Vietnã, o governo chinês está reforçando as regulamentações sobre importação e exportação via fronteiras entre os dois países.

A amêndoa vietnamita é popular em mercados exigentes, como os EUA e a União Europeia, e isso serve de passaporte para abrir o caminho para os exportadores domésticos expandirem os mercados.

Além de buscar novos compradores, o Vietnã pretende manter grandes mercados, como a China, a Holanda e especialmente os EUA, que consomem até 40% das castanhas da amêndoa vietnamita.(Foto:VNA)

terça-feira, 11 de junho de 2019

Crescem exportações de ACC do Vietnã


Entre janeiro e abril de 2019 as exportações de amêndoa de castanha de caju do Vietnã cresceram 8,4% em volume (115.101.642 toneladas) mas caíram 14,4% em valor (US $ 910,5 milhões), em comparação com o mesmo período de 2018.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Vietnã importa 1 mi de t de castanhas

As empresas nacionais de processamento de castanha do Vietnã têm enfrentado dificuldades devido a uma nova regulamentação que exige verificações adicionais das matérias-primas importadas dos portos africanos. As medidas visam principalmente impedir a entrada do inseto Trogoderma no país.

Desde 2013, o Vietnã tem encontrado o referido inseto em inúmeros carregamentos de castanha vindos da África. Vale ressaltar que o Trogoderma está na lista de pragas quarentenárias de muitos países (o Brasil inclusive). 

As importações vietnamitas de castanhas de caju in natura no primeiro trimestre deste ano atingiram 224 mil toneladas, no valor de US $ 389 milhões. As importações aumentaram 6,2% em termos anuais em volume, mas reduziram 19,5% em valor.

No primeiro trimestre, o Camboja (país vizinho) foi o maior fornecedor de castanha para  o  Vietnã, representando 33,2% do valor total das importações, um aumento de 10 vezes em relação a 2018. O segundo maior valor de importação foi da Costa do Marfim, com US $ 47 milhões, cerca de 2 vezes. O terceiro foi da Indonésia, com US $ 24,2 milhões, um aumento de 1,8 vezes.

As importações de castanha de caju in natura do Vietnã este ano devem chegar a mais de 1 milhão de toneladas. As importações têm crescido devido à redução na área de cultivo e produção de castanha. 

sexta-feira, 19 de abril de 2019

De olho na castanha africana

No mais novo vídeo do Canal da Cajucultura assista os meus comentários sobre as recentes movimentações no mercado africano de castanha de caju, especialmente na África Ocidental, envolvendo o Vietnã, Costa do Marfim e a Guiné Bissau. Inscreva-se no Canal da Cajucultura, assista os vídeos, deixe os seus comentários e dê sugestões de temas para os próximos vídeos.


quinta-feira, 18 de abril de 2019

Novidades no mercado africano de castanha

Um conglomerado vietnamita está se preparando para entrar no mercado de castanha de caju africano, com possíveis acordos na África Ocidental, para adquirir o equivalente a cerca de 10% da produção global.

Em um setor fragmentado como é o da cajucultura, com milhares de produtores, a compra de uma quantidade tão grande de castanha de caju por um único grupo poderá influenciar os preços num mercado que não é negociado publicamente e dominado por um grande número de atravessadores.

Quer saber mais? Assista nesta sexta-feira, 19/4, o novo vídeo do Canal da Cajucultura: "De olho na castanha africana".

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Mercado de castanha africano em ebulição

Um conglomerado de empresas vietnamitas está entrando firme no mercado de castanha de caju da África Ocidental para adquirir o equivalente a cerca de 10% da produção global. A meta é assumir o lugar de alguns compradores dominantes numa indústria que gira em torno de US $ 7 bilhões.

Em um setor fragmentado, com dezenas de produtores, a compra de uma quantidade tão grande de castanha de caju por uma única empresa poderá influenciar os preços em um mercado que não é negociado publicamente e dominado por um punhado de traders. Também poderá oferecer aos pequenos (e pobres) agricultores africanos uma garantia alternativa de que a sua produção terá mais de um comprador. E nós, como estamos?

Quer saber mais? Este será o tema de vídeo do Canal da Cajucultura a ser disponibilizado na próxima sexta-feira, 19/4.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Mercado internacional: perspectivas para 2019

Ouça os meus comentários no Cajucultura Podcast sobre recente relatório de mercado acerca da conjuntura internacional da cajucultura, divulgado no último dia 2 de abril, e as perspectivas para 2019.