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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

São Gonçalo (RN) incentiva retomada da cajucultura


Com o intuito de fortalecer a produção rural, a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante está incentivando a cajucultura no município. Em parceria com a Emater-RN, serão entregues 19 mil mudas aos agricultores familiares e pequenos produtores com áreas disponíveis para o plantio.

O fortalecimento da cajucultura vem sendo feito com recursos próprios do município, junto com a Emater, que fornece assistência técnica aos beneficiários. Nessa primeira etapa, oito produtores foram beneficiados.

O trabalho com os agricultores é realizado através da Secretaria Municipal de Agropecuária e Desenvolvimento Agrário (Semada), que possui outros incentivos para os produtores, como o preparo da área e a distribuição de sementes.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Amplie seus conhecimentos em cajucultura

Quer ampliar os seus conhecimentos sobre a cultura do cajueiro com informação de qualidade? É simples, rápido e grátis: assista os vídeos do Canal da Cajucultura no YouTube. São quase três dezenas de vídeos tratando de assuntos exclusivamente voltados para a cajucultura. 

Veja abaixo a relação de vídeos do Canal. Clique no que for do seu interesse para assisti-lo no YouTube.

Conheça a broca das pontas do cajueiro
Monitoramento de pragas do cajueiro

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Bahia incentiva cajucultura


A cajucultura tem grande importância socioeconômica para os agricultores familiares do Nordeste da Bahia. A região é responsável por 80% de toda a produção castanha de caju do estado e o quarto produtor do Brasil. Para impulsionar a cadeia produtiva do caju, o Governo do Estado, iniciou, nesta segunda-feira (10), em Ribeira do Pombal, a distribuição de 40 mil mudas de caju, da espécie anão-precoce, variedade mais resistente à estiagem e com produtividade diferenciada. A ação vai beneficiar 1.325 famílias de agricultores familiares. 

A entrega das mudas tem por objetivo promover a recuperação e a ampliação das áreas da cajucultura da agricultura familiar no semiárido, visando o abastecimento de matéria-prima para as agroindústrias de castanha dos Territórios de Identidade Semiárido Nordeste II, Sisal, e Litoral Norte e Agreste Baiano.

A iniciativa integra o Projeto de Sementes e Mudas, que visa à autonomia e segurança alimentar de agricultores e agricultoras familiares, desenvolvido pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), da Superintendência da Agricultura Familiar (Suaf) e Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater). 

O Governo do Estado, por meio do Bahia Produtiva, projeto da SDR/CAR, executado por meio de empréstimo com o Banco Mundial, está investindo mais de R$ 5,4 milhões na cajucultura baiana, beneficiando 427 famílias de agricultores familiares. Os recursos estão sendo aplicados em projetos de estruturação da área de produção de mudas, assistência técnica e extensão rural (Ater), aquisição de kits de armazenamento de polpa, produção de doces, transporte e logística, embalagens para os produtos, colheita e construção de loja para comercialização da agricultura familiar.

Em Ribeira do Pombal, a CAR/Bahia Produtiva investe R$1,5 milhão, destinado à Cooperativa da Cajucultura Familiar do Nordeste da Bahia (Cooperacaju). A rede Cooperacaju possui uma central de comercialização de caju e duas agroindústrias de beneficiamento da amêndoa no município de Ribeira do Pombal, além de três agroindústrias nas cidades de Ribeira do Amparo, Banzaê e Novo Triunfo. As agroindústrias fazem a separação e a classificação das castanhas, com produção de amêndoa in natura e frita. Cada unidade tem a capacidade de produzir uma tonelada ao mês. Já a central fica responsável pelo empacotamento e distribuição para os consumidores, em feiras, mercados, lojas de produtos naturais e para a merenda escolar.

O presidente da Cooperacaju, Icaro Rennê, destaca que os investimentos melhoram a capacidade para absorver toda a produção do território, para que os agricultores não precisem buscar atravessador e receber um valor justo pelo seu produto. "Com os períodos de seca, que vêm consecutivos desde 2012, perdemos muito nos nossos pomares de cajueiro. Com essa reposição, vamos transformar esses pomares, para que esses agricultores tenham uma produção digna de caju em suas comunidades, aumentando a sua renda e trazendo o tão sonhado 13º salário da agricultura familiar, no fim do ano, com colheita de caju e da castanha de caju". (Fonte: Ascom/SDR)

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Cajucultura e agroquímicos

A tendência mundial, em se tratando de produtos agrícolas, é o consumo de alimentos livres de agroquímicos. Não existem mais dúvidas que esta é uma tendência que veio para ficar. Os que ainda duvidam disso devem olhar com atenção para os números do maior mercado do mundo, os Estados Unidos, onde empresas como Tyson Foods e Pilgrim’s Pride, as maiores do setor no país, têm aumentado a oferta de carne proveniente de frangos e bovinos alimentados com ração orgânica. De acordo com o Departamento de Agricultura, a venda de comida orgânica certificada vem crescendo a uma taxa de 10% ao ano.

Mas não é apenas nos EUA. Europa e mercados asiáticos estão muito atentos para a questão do uso indiscriminado de agroquímicos (inseticidas, fungicidas, herbicidas, corretivos e fertilizantes), deixando muito claro que as restrições para a entrada de produtos que não atendam os requisitos de saudabilidade terão dificuldades de acessarem tais mercados. No Brasil é questão de tempo.

Olhando para a nossa incipiente cajucultura, devemos estar muito atentos para evitar o uso sem critérios técnicos de agroquímicos. É importante sempre consultar um engenheiro agrônomo antes de adotar fórmulas, muitas vezes duvidosas, que circulam em grupos de Whatsup. Não esquecer que o inseticida ou fungicida deve ser usado como último recurso, e não como o primeiro.

Um boa semana!


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Câmara temática da cajucultura

Reunião movimentada nesta terça-feira, 12, na Câmara Temática da Cajucultura (foto abaixo), com uma presença considerável de participantes e debates bastantes construtivos referentes à cajucultura do Ceará. Na presidência, o agrônomo Rodrigo Diógenes, que também é vice-presidente da Federação de Agricultura do Ceará. Os principais pontos da exposição que fiz na referida reunião serão veiculados no Cajucultura Podcast da próxima sexta-feira, 15 de fevereiro.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Prodeter se reúne hoje em Beberibe

O Banco do Nordeste do Brasil, por meio da Superintendência Estadual do Ceará e o Comitê Gestor Territorial- CGT Litoral Leste, convidam os cajucultores e demais integrantes da cadeia produtiva do caju para uma reunião nesta quinta-feira, 31, às 8h30, em Beberibe, no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Beberibe - SINDSERV (Rua D, 259, Loteamento Racine Facó - Referência: Rua do INSS, Centro).

O evento (ver programa abaixo)  objetiva fomentar o processo de estruturação de atividades econômicas priorizadas pelo Programa de Desenvolvimento Territorial do Litoral Leste - Prodeter.

Programação
08:30 - Abertura
08:45 - Expectativas da Cajucultura para os próximos anos - Rodrigo Diógenes (Vice Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceara)
09:30 - Legislação e Ações de Fiscalização da ADAGRI - Representante da ADAGRI
10:00 - Controle de Doenças do Cajueiro - Dr. José Emilson (Pesquisador da EMBRAPA)
10:30 - Controle de Pragas do Cajueiro - Dr. Antonio Lindemberg (Pesquisador da EMBRAPA)
11:00 - Fertilizantes Aplicados na Cajucultura - Helio Alencar (TIMAC AGRO)
11:30 - Debate e Considerações Finais

domingo, 6 de janeiro de 2019

Burkina Faso define estratégia para o desenvolvimento da cajucultura

Durante um workshop realizado em Ouagadougou, em 28 de dezembro, Burkina Faso, na Africa Ocidental, definiu uma estratégia nacional para o desenvolvimento do setor do caju.

A estratégia inclui a expansão da produção de castanha de caju nas regiões Centro-Leste, Leste, Sul e do país, tendo em vista as condições agroclimáticas favoráveis.

A castanha de caju é o terceiro produto agrícola de exportação de Burkina Faso. A região de Cascades é uma das maiores produtoras de castanha de caju no país (Fonte: Sentinel BF).

domingo, 23 de dezembro de 2018

Pio IX fatura R$ 10 mi com produção de caju

Piauí, região de Pio IX
Segundo informações contidas no trabalho “Cajucultura no Semiárido Piauiense: Sistemas Agrários e Dinâmica Espacial”, de Paulo Gustavo de Alencar, a partir de dados de 2016, o município de Pio IX (área em vermelho no mapa) teve uma área plantada de 18.487 hectares, uma produção de 3.327 toneladas e um faturamento de R$ 10,979 milhões.

Paulo Gustavo de Alencar afirma que o municipio de  Pio IX continua sendo o principal produtor de castanha do Estado, além de possuir a maior área colhida e valor da produção.

Cooperativismo como estratégia de desenvolvimento 

O pesquisador ressalta que o cooperativismo como estratégia de desenvolvimento da cajucultura na microrregião de Picos foi importante para recuperação da cajucultura com foco no beneficiamento de castanha, via criação da COCAJUPI. Acrescenta que a cajucultura é uma das principais atividades econômicas para o Piauí, pela geração de trabalho, renda e divisas em situações adversas. Paulo Gustavo afirma que cajucultura tem passado por crises, mas a redução da área colhida no Piauí tem sido atribuída ao longo período de estiagem. Para ele, as ações institucionais para o desenvolvimento da cajucultura têm sido pontuais e desarticuladas, e as pesquisas, geralmente, desconsideram o contexto socioeconômico e ambiental da região produtora.





terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Lançamento do Plano de Ação Territorial da Cajucultura

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB), por meio da Superintendência Estadual do Ceará e o Comitê Gestor Territorial- CGT Litoral Leste, convidam todos os cajucultores do litoral leste do Ceará para participarem do evento de “Lançamento do Plano de Ação Territorial da Cajucultura ", em Aracati, na próxima quinta-feira, 6/12, às 8 horas da manhã. 

O referido plano integra o Programa de Desenvolvimento Territorial – PRODETER

Serviço:
Data: 06/12/2018
Horário: 8 horas.
Local: Auditório da Escola de Tempo Integral Darcy Ribeiro - antigo IFCE, Rua Teófilo Pinto, nº 200, Bairro Farias Brito, Aracati.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Fruticultura irrigada é tema de seminário em Apodi (RN)

Começa nesta quinta-feira, 29/11, em Apodi (RN), o III Seminário sobre "A fruticultura irrigada no médio oeste" (ver cartaz do evento). O evento será realizado nas dependências do Instituto Federal de Apodi e tem início às 8 horas, estendendo-se até o meio dia. A realização é do Sebrae RN (leia-se Franco Marinho Ramos) e IFRN, com o apoio da Prefeitura de Apodi, Ufersa, CDL Apodi, ACEMA e Embrapa.

A programação consiste de duas palestras a cargo da Embrapa (Cajucultura - tecnologias para revitalização e Agroindústria - agregação de valor na fruticultura) e uma mesa redonda com produtores locais, mediada pelo Sebrae. Vale a pena conferir.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Workshop discute sustentabilidade e inovação na cajucultura do Ceará

Acontece hoje, 14/11, às 19 horas, na Universidade de Fortaleza (Unifor), o Workshop sobre Sustentabilidade e Inovação na Cajucultura do Ceará. O evento será aberto à comunidade acadêmica e às demais pessoas interessadas no tema e apresentará os resultados de estudos realizados por alunos e professores do PPGA em várias cidades do Ceará. 

Roselene Del Vecchio e Minelle Silva. (Foto: Ares Soares/Unifor).
O debate contará com a participação da Embrapa e do Banco do Nordeste, além de representantes da cajucultura no estado e professores e alunos que atuaram no projeto, disseminando suas visões sobre o cultivo e suas inovações.

Ao longo dos últimos anos, está cada vez mais clara a necessidade de mudança nas configurações do negócio da cajucultura, uma vez que a gestão tem sido desafiada a ir além de estruturas convencionais e alcançar uma visão voltada para questões como a sustentabilidade. “Todas as organizações interagem ou fazem parte de cadeias de suprimento, as quais incluem a empresa focal, os fornecedores a montante, compradores a jusante e têm incorporado ainda a discussão sobre a inserção de atores não tradicionais. Neste sentido, o estudo de cadeias de suprimento sob a perspectiva da sustentabilidade tem se mostrado relevante na sociedade”, explica Minelle Silva, professor do PPGA e coordenador da pesquisa (foto).

Um bom programa para esta véspera de feriado.

Serviço
Workshop sobre Sustentabilidade e Inovação na Cajucultura
Data: 14 de novembro
Horário: 19h às 21h
Local: Auditório A2
Mais informações: (85) 99101.6454

domingo, 14 de outubro de 2018

A imagem do domingo: "O descastanhamento"

A imagem deste domingo destaca o trabalho de mulheres indianas na colheita da castanha, mais precisamente na operação de descastanhamento.  A foto, do indiano Sanjib Writes, foi feita na região de Thirupati, estado de Andhra Pradesh (Índia).
Como já tivemos a oportunidade de escrever neste Blog, a Índia é um dos maiores produtores mundiais de castanha de caju. Além disso, grande parte de sua amêndoa é consumida no mercado interno. A mão de obra feminina ocupa lugar de destaque na cajucultura indiana, desde a produção até o processamento.