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domingo, 20 de outubro de 2019

Progresso do oídio em função da fenologia do cajueiro


Muitas doenças afetam o cajueiro, mas atualmente o oídio é o principal problema (Foto: Marlon Valentim). Devidos aos danos causados, o controle da doença deve ser adotado precocemente antes do início da epidemia. O pico de doença, nas condições do semiárido nordestino, ocorre principalmente no primeiro fluxo de floração, influenciado pelo ambiente, pela agressividade do patógeno e pela suscetibilidade do cajueiro.

O texto acima foi extraído do artigo "Progresso do oídio em função da fenologia do cajueiro" escrito pelo fitopatologista Marlon Valentim, da Embrapa. Quer saber mais? Clique aqui para baixar gratuitamente o trabalho completo. Se quiser saber ainda mais, clique aqui e veja o vídeo sobre o Oídio no Canal da Cajucultura onde o Dr. Marlon apresenta mais informações sobre o assunto.

Um bom domingo a tod@s!

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Conheça tudo sobre o Oídio do Cajueiro

No mais novo vídeo do Canal da Cajucultura, eu converso com o engenheiro agrônomo Marlon Valentim, pesquisador da Embrapa, sobre o Oídio do Cajueiro, a mais importante doença para o cajueiro na atualidade.

Conheça o histórico da doença, os sintomas, os danos que ela causa e como controlá-la, de modo a deixá-la bem distante do seu pomar. É só apertar o botão no play abaixo. Aproveite para deixar os seus comentários e curtir os vídeos do Canal da Cajucultura no YouTube.


quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Oídio, uma ameaça à cajucultura brasileira


Até bem pouco tempo uma doença sem muita expressão do ponto de vista econômico, pode-se afirmar que o Oídio é, na atualidade, a principal ameaça aos pomares de cajueiro na região Nordeste do Brasil. Além disso, pode ser também uma das principais causas da baixa produtividade, potencializada ainda mais por fatores como a idade avançada dos pomares, secas periódicas e a falta de tratos culturais em muitas regiões.

Para tratar deste assunto, o Canal da Cajucultura conversou com o fitopatologista da Embrapa Agroindústria Tropical, Marlon Valentim, que em detalhes explicou como a doença ocorre e como realizar o seu controle. O vídeo com a entrevista estará disponível nesta sexta-feira, 18, a partir das 6:00 da manhã no YouTube.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Transmissão ao vivo sobre o oídio do cajueiro



A Embrapa Agroindústria Tropical, por meio do Chefe de Transferência de Tecnologia, Marlos Bezerra, informa que realizará no próximo dia 24 de outubro de 2019, via Facebook e Instagram, uma transmissão ao vivo sobre o "Oídio do Cajueiro".

Durante a transmissão os espectadores poderão fazer perguntas via WhatsApp, em número a ser informado posteriormente. Esta será uma excelente oportunidade para dirimir dúvidas sobre a doença que mais causa prejuízos à cajucultura brasileira na atualidade. Oportunamente informaremos maiores detalhes.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Oídio: Piauí dá o exemplo


O Oídio do Cajueiro atualmente é - de longe - a doença de maior importância do ponto de vista de danos econômicos à cajucultura brasileira. Apesar de existirem recomendações de pesquisa para o seu controle, são poucos os cajucultores que fazem o correto manejo desta doença.

Com base nessa premissa, o estado do Piauí reuniu as diversas instituições ligadas ao agro estadual e federal e, liderados pela Câmara Setorial da Cajucultura, durante três dias fizeram um verdadeiro tour nas principais regiões produtoras, levando informações sobre o controle do oídio diretamente ao campo (foto/Ranilson Noberto).

O grande número de produtores participantes é digno de nota. Para isso, os organizadores usaram todas as mídias disponíveis, com grande ênfase no WhatsApp e nas emissoras de rádio locais. Vale a pena ouvir, no player abaixo, o chamamento feito numa emissora de rádio do município de Santo de Lisboa (PI) para o dia de campo desta quinta-feira (3/10). Parabéns!


domingo, 15 de setembro de 2019

Saiba mais sobre as doenças do cajueiro



Atendendo a diversas solicitações de leitores do Blog, reapresentamos neste domingo um folder que apresenta o quarteto mortal quando o assunto é "doenças do cajueiro". De fato, a Antracnose, o Oídio, a Resinose e o Mofo Preto não brincam em serviço. Quer saber como eles atacam e como controlá-los? Clique aqui e fique por dentro do assunto.

Bom proveito e um excelente domingo!

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Embrapa promoverá curso sobre oídio



Na última quinta-feira, 12/9, o pesquisador da Embrapa Meio Norte, Cândido Athayde Sobrinho, ministrou palestra na Câmara da Cajucultura, em Teresina, sobre a ocorrência do oídio nos pomares de cajueiro do Piauí. Na ocasião ficou programada a realização de um curso pela Embrapa, nos dias 1, 2, e 3 de outubro próximo, nos municípios de Pio IX, Monsenhor Hipólito, Santo Antônio de Lisboa e Francisco Santos. 

O curso será dividido em uma manhã de aula teórica, seguido de aulas práticas nos campos de produção de cajucultores nos municípios mencionados e em propriedades a serem ainda selecionadas. O público será formado por técnicos e principalmente cajucultores que estão enfrentando prejuízos devido ao oídio.

Ainda sobre a Câmara da Cajucultura, na próxima segunda-feira o Blog da Cajucultura apresentará os principais pontos a serem priorizados por Ranilson Noberto, novo presidente da Câmara Setorial da Cajuculltura do Piauí, durante a sua gestão no referido coplegiado.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Oídio afeta a qualidade do caju


O oídio continua causando estragos na produção de castanha e caju na região Nordeste. Que o digam os produtores que se dedicam à produção do caju para mesa ou para a indústria de sucos. 

Tanto no Ceará como no Piauí tem sido recorrente a devolução  por parte da indústria de algumas remessas de cajus, em decorrência do oídio, por prejudicar a qualidade do suco. Algumas indústrias, inclusive, reduziram a compra do produto, na expectativa de melhoria da qualidade do caju. 

Sabemos que existem fungicidas eficazes recomendados para o controle do oídio. Infelizmente, na maioria das vezes, por falta de uma assistência técnica efetiva, o cajucultor deixa de fazer a aplicação do produto no momento certo, arcando, como sempre, com o prejuízo.

Este é apenas um dos muitos gargalos que afetam a nossa cajucultura, tão rica de discursos demagógicos e documentos inúteis, mas carente de uma política de estado que assegure o desenvolvimento sustentável dessa importante cadeia produtiva.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Oídio: principal doença do cajueiro


Considerada a doença mais importante do cajueiro no Brasil, o Oídio causa danos à produção de castanha e à qualidade do pedúnculo em todas as regiões produtoras. Os sintomas são observados nas folhas, nas flores, nos maturis, nos pedúnculos e nas castanhas. O sintoma característico é um revestimento branco, assemelhando-se a um pó inicialmente branco (estruturas reprodutivas do fungo), tornando-se acinzentado quando os órgãos atacados atingem a maturidade.

O controle do oídio é quase que exclusivamente químico, por meio da aplicação de enxofre elementar ou formulado (Kumulus®), sendo este último na concentração de 300 g por 100 litros de água (800 litros/ha). As pulverizações deverão ser iniciadas logo no começo da floração, e a frequência de aplicação dependerá do monitoramento semanal. A reação dos clones comerciais ao oídio revela diferenças de susceptibilidades.

Quer saber mais sobre este assunto? No próximo domingo (26/5) o Blog da Cajucultura disponibilizará a recém-lançada publicação "Principais doenças do cajueiro: sintomas e controle", de autoria do pesquisador José Emilson Cardoso (foto), abordando as principais doenças que ocorrem no cajueiro no Brasil. Pode-se dizer que este é o tipo de material para o cajucultor ter sempre à mão.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Cajueiro: Antracnose X Oídio

A antracnose (foto) já foi considerada a mais severa doença do cajueiro no Brasil, até que o oídio passou a gerar mais prejuízos aos produtores. A doença ocorre em todas as regiões produtoras. É causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides, que infecta folhas, caules, ramos, frutos e pseudofrutos. O fungo sobrevive internamente nos tecidos infectados, em restos de cultura no solo ou na própria planta. A disseminação dentro do pomar se processa pela água da chuva e pelo vento. 

Os sintomas da antracnose são mais comuns nas folhas, mas podem ser observados em toda a parte aérea da planta. No início, aparecem manchas irregulares de coloração parda nas folhas jovens, tornando-se avermelhadas à medida que os sintomas progridem. Quando os sintomas são severos, toda a folhagem fica retorcida e deformada, assemelhando-se a uma queima.

No fruto e no pedúnculo, os sintomas principais são lesões de coloração escuras e profunda que podem cobrir significativa área do tecido vegetal. O pedúnculo infectado tem o seu desenvolvimento comprometido apresentando-se deformado e por vezes rachados (Verônica Freire/Embrapa).

terça-feira, 21 de maio de 2019

Enxofre no controle do oídio

Foto: Luiz Serrano/Embrapa

O oídio do cajueiro pode ser controlado com a aplicação de enxofre – um produto inócuo à saúde humana e ao meio ambiente e apropriado para cultivos orgânicos. Cientistas da Embrapa Agroindústria Tropical (CE) observaram que o enxofre é capaz de controlar a doença, reduzindo a incidência a menos de 10% nos pomares acometidos.

Muito agressivo, o oídio ataca os tecidos jovens da planta, as inflorescências, pedúnculos e castanhas (foto acima). Provoca o abortamento das flores e deformações, rachaduras e varíolas nos pedúnculos e frutos. O ataque provoca prejuízos tanto ao mercado de castanha quanto ao de caju de mesa. Um sintoma comum é a variegação (presença de zonas com alteração de cor) no pedúnculo. Esse dano é observado em quase todos os clones comerciais acometidos e provoca redução do preço como fruta de mesa, um importante nicho de mercado do agronegócio do caju.

O pesquisador Emilson Cardoso explica que além do enxofre elementar, que pode ser polvilhado nos pomares, os produtores têm à disposição um produto industrializado à base de enxofre com registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A recomendação é para que os produtores façam três aplicações semanais com o produto logo na primeira florada dos cajueiros.

Emilson Cardoso acrescenta que o enxofre elementar é um produto natural e acessível, mas que apresenta a desvantagem de necessitar de um equipamento específico para polvilhamento. Por este motivo, os produtores obtiveram em 2015, a partir de recomendação da Embrapa, o registro no Mapa de produto à base de enxofre. O defensivo agrícola liberado é solúvel em água e pode ser aplicado com equipamentos de pulverização facilmente encontrados nas propriedades, o que facilita o controle.

O Pseudoidium anacardii, fungo que provoca a doença, apresenta disseminação explosiva, germinando em poucas horas. O patógeno pode ser facilmente disseminado por vento ou insetos. "Não depende muito de chuva para germinar, bastam poucas horas de orvalho, o que é comum mesmo nos sertões. Uma vez germinado, penetra facilmente nos tecidos jovens", detalha Cardoso (Verônica Freire/MTb 01225/JP/Embrapa Agroindústria Tropical).


domingo, 24 de fevereiro de 2019

Saiba mais sobre o "Oídio do Cajueiro"

Domingo é dia do Blog da Cajucultura recomendar a leitura de artigos ou livros com temas de interesse do cajucultor. Hoje a nossa recomendação vai para o Comunicado Técnico da Embrapa "Controle Químico do Oídio do Cajueiro", de autoria de José Emilson Cardoso, Marlon Vagner Valentim Martins, Joilson Silva Lima, Francisco Marto Pinto Viana e Luís Gustavo Chaves da Silva.

Clique aqui e acesse o documento completo. Boa leitura!