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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Ásia e África: cajucultura familiar


Maior produtores mundiais de castanha de caju, a África e a Ásia, possuem mais de 80% do cultivo do cajueiro feito em pequenas propriedades familiares. E mais: as maiores fazendas desta categoria têm no máximo 5 hectares de espaço agrícola. 

Apenas cerca de 15% da colheita de caju é realizada em propriedades maiores, em países como Nigéria, Índia, Benin e Vietnã.


quinta-feira, 25 de abril de 2019

Vietnã importa 1 mi de t de castanhas

As empresas nacionais de processamento de castanha do Vietnã têm enfrentado dificuldades devido a uma nova regulamentação que exige verificações adicionais das matérias-primas importadas dos portos africanos. As medidas visam principalmente impedir a entrada do inseto Trogoderma no país.

Desde 2013, o Vietnã tem encontrado o referido inseto em inúmeros carregamentos de castanha vindos da África. Vale ressaltar que o Trogoderma está na lista de pragas quarentenárias de muitos países (o Brasil inclusive). 

As importações vietnamitas de castanhas de caju in natura no primeiro trimestre deste ano atingiram 224 mil toneladas, no valor de US $ 389 milhões. As importações aumentaram 6,2% em termos anuais em volume, mas reduziram 19,5% em valor.

No primeiro trimestre, o Camboja (país vizinho) foi o maior fornecedor de castanha para  o  Vietnã, representando 33,2% do valor total das importações, um aumento de 10 vezes em relação a 2018. O segundo maior valor de importação foi da Costa do Marfim, com US $ 47 milhões, cerca de 2 vezes. O terceiro foi da Indonésia, com US $ 24,2 milhões, um aumento de 1,8 vezes.

As importações de castanha de caju in natura do Vietnã este ano devem chegar a mais de 1 milhão de toneladas. As importações têm crescido devido à redução na área de cultivo e produção de castanha. 

segunda-feira, 4 de março de 2019

Olam de olho na África e na Ásia

A Olam Internacional, maior fornecedora mundial de amêndoas de castanha de caju pretende expandir seus empreendimentos na área de processamento e os seus negócios de compra de castanha na África. 

No ano passado a Olam adquiriu uma participação de 30% do segundo maior processador de amêndoas de caju do Vietnã, como parte de um plano para atender o aumento da demanda na Ásia.