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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A moeda e a castanha gigante

A foto abaixo, enviada pelo cajucultor Normando Soares, nos mostra uma castanha colhida numa planta de cajueiro gigante em sua propriedade no município de Aracati (CE). Segundo Normando, que já pensa em clonar este material, não se trata da variedade Faga. É uma pena que a proporção entre a moeda e a castanha da foto não se reflita no preço final do produto.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Castanha-de-caju, leite e carnaúba terão custos de produção atualizados


A partir de hoje até esta quinta-feira (25), representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estarão reunidos com agentes locais ligados às cadeias produtivas no estado do Ceará com o intuito de atualizar os pacotes tecnológicos dos custos de produção do leite, da castanha-de-caju e do pó e cera de carnaúba. O objetivo dos encontros é definir parâmetros de preços com base nas atividades e insumos mais utilizados na produção de cada cultura. A pesquisa abrange dados como mão de obra, implementos agrícolas, fertilizantes, mudas, entre outros.

No primeiro dia serão visitados os produtores de leite do município de Morada Nova, em seguida os produtores de castanha-de-caju de Pacajus. Já no dia 25 de outubro, a reunião será feita com os produtores de pó e cera de carnaúba do município de Granja.
A atualização dos pacotes tecnológicos dos custos de produção visa atender ao Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF) e à Política de Garantias de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio). Esses programas auxiliam os produtores na comercialização ao garantir um bônus que cobre a diferença entre o preço mínimo e o valor praticado na venda do seu produto (Fonte: Conab).

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Piauí: programa da ONU investe no semiárido

Na semana passada, uma equipe do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), das Nações Unidas, visitou oito cidades do interior do Piauí para avaliar os resultados do programa Viva o Semi Árido e planejar novas ações. O objetivo é diminuir os índices de extrema pobreza na zona rural do Estado. O projeto conta com US$ 40 milhões, provenientes de aportes dos países membros da ONU, sendo voltado a mulheres, jovens e comunidades quilombolas de 89 municípios do Piauí. 
 Viva o Semi Árido (Foto: Divulgação/FIDA)
Apoiados pelo Programa os moradores são incentivados a cultivar hortas, com orientações sobre quais espécies têm mais condição de resistir ao clima do semiárido. Para isso, contam com assistência para desenvolver métodos de irrigação, por meio de equipamentos de reutilização da água e construção de cisternas.
São oferecidos ainda cursos de elaboração de projetos, manejo alimentar e sanitário, gestão financeira, técnicas de cultivo de mel orgânico e de atividades pecuárias tradicionais da região. Muitos moradores começaram a participar de cooperativas que processam e vendem castanha de caju e mel. A castanha tem sido exportada para a Itália e o mel é vendido em sachês para o mercado nacional (com informações do Globo Rural).