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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Por que devemos priorizar a cajucultura no Nordeste

Republico hoje, como contribuição à Audiência pública de hoje à tarde sobre cajucultura na Assembleia Legistativa do Ceará, artigo que postei neste Blog em abril último.

"Em artigos anteriores venho comentando sobre a grande movimentação que ocorre no mercado internacional e a quase paralisia do Brasil em relação a este importante setor.

Acredito que não é pedir demais aos governos do Nordeste que priorizem a cajucultura como atividade econômica, tendo em vista os seus inegáveis e históricos benefícios econômicos e sociais para a região.

Quer saber mais? Clica no botão play abaixo e ouça o restante dos meus comentários sobre este importante tema. Se gostou dos comentários, compartilha com o parlamentar de sua região. Quem sabe, possamos mobilizá-lo em prol desta causa."


terça-feira, 23 de abril de 2019

Que tal uma Bancada do Caju?

Transcrevo, atendendo a pedidos de leitores do Blog da Cajucultura, os comentários que veiculei ontem no Cajucultura Podcast.

"Por que devemos priorizar a cajucultura no Nordeste.

Em artigos anteriores tenho comentado sobre a grande movimentação que ocorre no mercado internacional e a quase paralisia do Brasil em relação a este importante setor. Acredito que não é pedir demais aos governos do Nordeste que priorizem a cajucultura como atividade econômica, tendo em vista os seus inegáveis e históricos benefícios econômicos e sociais para a região. Explorada em praticamente todos os estados da região, a cajucultura se caracteriza também como uma fonte sustentável de renda para os pequenos e médios agricultores.

É urgente, urgentíssimo, para a região maximizar o seu potencial na produção de castanha de caju, sob uma abordagem de cadeia de valor, com o envolvimento de todos os atores. 

Não sou muito de falar do passado, mas, este setor já foi o motor do crescimento econômico de vários municípios nordestinos. Hoje, em algumas regiões, apesar de todos os obstáculos, ainda continua sendo uma importante fonte de divisas, dando-lhes peso econômico e poder agrícola. Contudo, caso não sejam implementadas ações de natureza sustentável, corremos um sério risco de muito em breve perdermos, inclusive, o mercado doméstico para outros países produtores de castanha de caju. 

Tais ações passam, ao meu ver, obrigatoriamente pela implementação de uma política de preços para a castanha que assegure uma remuneração justa para o produtor, de mecanismos que reduzam o nefasto nível de intermediação, da capacitação de cajucultores em gestão de negócios e empreendedorismo, de campanhas de promoção do consumo do caju e seus derivados em âmbito nacional, da criação de linhas de crédito diferenciadas e o estabelecimento de uma rede de assistência técnica e extensão rural dedicada à cajucultura. Isto só para citar algumas.  

O que não pode é deixar os cajucultores entregues a sua própria sorte, enquanto o país a cada ano perde a sua participação no mercado internacional. Só para ilustrar, hoje participamos apenas com 4% do mercado mundial de amêndoa de caju. Igual fatia de mercado já é compartilhada pela África. 

Os parlamentares nordestinos, por sua vez, precisam se engajar firmemente nesta luta e saírem do silêncio incompreensível em relação à grave crise que se abate sobre o setor e centrar as baterias em prol desta importante cadeia produtiva. Será que não passou da hora de criarem a bancada do caju? O desafio está posto."

domingo, 21 de abril de 2019

Amanhã tem Cajucultura Podcast

Não percam amanhã cedinho mais uma audição do Cajucultura Podcast. Nesta edição de número 14 o tema será: "Por que devemos priorizar a cajucultura no Nordeste?". Ouçam os meus comentários sobre este importante assunto e, se puderem, façam chegar aos ouvidos (e olhos) do parlamentar de sua região por meio das redes sociais. Aguardo vocês!