Mostrando postagens com marcador Consumo de amêndoa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Consumo de amêndoa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Por que não castanha de caju?

No último domingo embarquei de Recife para Fortaleza em voo da Azul. Durante o trajeto, os comissários de bordo serviram refrigerantes, sucos e alguns snacks, como biscoito de polvilho salgado e amendoim tipo japonês em embalagem de 30g (ver foto).

Como defensor da expansão do consumo da amêndoa de caju em nosso país, vejo com tristeza a sua ausência a bordo de nossas aeronaves comerciais. Claro que devem existir inúmeras razões para tal e não me aventuro a discuti-las aqui.

O amendoim da foto é embalado em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo (SP), que detém praticamente a totalidade da produção e da comercialização brasileira do produto.

Nada contra o amendoim, mas bem que poderia haver também um espaço para a nossa brasileiríssima amêndoa de castanha de caju a bordo de nossas aeronaves.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Como popularizar o consumo de amêndoa de caju?

No vídeo desta quarta-feira continuamos insistindo num ponto que precisa de uma maior atenção daqueles que integram a cadeia produtiva do caju: os preços da amêndoa de castanha de caju praticados no mercado interno. Assista e envie-nos os seus comentários.Vale lembrar que todos os vídeos aqui divulgados ficam disponíveis no Canal da Cajucultura. Inscreva-se e assista em primeira mão os vídeos aqui divulgados.


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

É possível aumentar o consumo da amêndoa de caju?


Em postagem anterior comentei sobre a necessidade de aumentar o consumo interno da amêndoa de caju para assegurar a sustentabilidade futura do agronegócio caju na região Nordeste.

No Vídeo da Semana, que será disponibilizado amanhã (quarta-feira), volto ao assunto com novos elementos para reflexão. Um dos pontos destacados é o que se refere ao preço cobrado pelo quilo de castanha nas grandes redes de supermercados.

Para exemplificar, no último domingo (16/12), uma grande rede de supermercado de Fortaleza cobrava R$ 20,99 por 150 gramas de castanha torrada e salgada (ver foto); ou seja, R$ 140,00 por quilo do produto que, diga-se de passagem, não poderia ser classificado como de primeira qualidade. Paradoxalmente, logo ao lado, exibia embalagens de amendoim torrado, sem casca e salgado em embalagens de 180 g ao preço de R$ 9,99  (ver foto), equivalente a R$ 55,50 por quilo do produto.   Óbvio que não é possível fazer comparações sobre o processo de produção dos dois produtos. Mas não custa lembrar que ambos estão na categoria de "snacks". Significa que na hora de comprar é inevitável que o consumidor faça a comparação de preços.

Sabe-se que a carga tributária nesse país não é algo trivial;  mas, mesmo assim, como justificar que o preço de um produto processado, por assim dizer, "no quintal de casa", sem percorrer grandes distâncias, se multiplique por três e até quatro vezes ao chegar ao consumidor final? 

Como conquistar o mercado interno com com essa política de preços? Este será o tema do Vídeo desta quarta-feira.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Quem consome mais amêndoa de caju?

Segundo dados do Anuário Estatístico 2017-2018 do INC (International Nut and Dried Fruit Council Foundation), os principais países consumidores de amêndoa de castanha de caju  (consumo estimado em quilos per capita/ano) são os seguintes:
- Austrália - 1,365
- EUA – 1,347
- Nova Zelândia – 1,206
- Suécia – 1,114
- Alemanha – 1,097

Amanhã, no vídeo da semana, complementaremos este assunto em mais detalhes, com o tema "Mercado da amêndoa de castanha de caju".