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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Caju na Feira do Conhecimento 2018

Começa nesta quarta-feira, 21, indo até sábado, 24, a Feira do Conhecimento 2018. O evento acontece em Fortaleza, no Centro de Eventos.

Na edição deste ano a Embrapa apresentará tecnologias que aumentam a produtividade e a rentabilidade da cadeia produtiva do caju, como por exemplo a cajuína orgânica em lata, podadeira mecânica, maquete de mini-fábrica de processamento de amêndoas de castanha de caju, dentre outras.

A participação é gratuita, e contará com palestras, oficinas, demoday, hackaton, campeonato de robótica, corrida de drones, mostra de games, estação de jogos analógicos e digitais, sessões no planetário móvel, dentre outros.

A expectativa dos organizadores é reunir cerca de 10 mil pessoas, entre jovens empreendedores, empresários, estudantes, professores e pesquisadores, profissionais da área de tecnologia, gestores e comunidade em geral.

Mais informações, clique aqui.

sábado, 3 de novembro de 2018

IV Workshop Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial

Ainda estão abertas, até o dia 05/11, as inscrições (gratuitas) para o IV Workshop Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial, que ocorrerá em Fortaleza-CE, nos dias 07 e 08/11/2018, no auditório do SEBRAE-CE, numa promoção Embrapa e Sebrae. Confira a programação:

7 de novembro
8h às 8h30 – Recepção e credenciamento
8h30 às 9h – Abertura
9h às 10h10 – Painel Tendências e potencialidades para nichos de mercado em cadeias produtivas agroindustriais
            - Embrapa: Pesquisador João Flávio Veloso
            - Sebrae: Alci Porto Gurgel Junior
            - Sindialimentos/FIEC: André de Freitas Siqueira
Mediação: Huda Oliveira Giesbrechet                     
10h10 às 10h40 - Debate
10h40 às 11h – Intervalo
11h às 11h30 – Case de sucesso: 1ª cajuína orgânica em lata
           - Empresa Natvita
11h30 às 12h – Debate
12 às 12h30 - Sessão extra (Bônus de participante) – reunião dos palestrantes com participantes que receberam bônus na inscrição
12h30 às 14h00 – Almoço
14h00 às 16h30 – Rodadas de Negócios Tecnológicos

8 de novembro
8h30 às 9h40 – Painel Contribuições da bioeconomia para o mercado agropecuário e agroindustrial de nichos
            - Grupo CentroFlora: Cristina Dislich Ropke
            - Tomazoni Gastronomia Sabor & Saber: Ana Maria Ruiz Tomazino
            - Embrapa: Vitor Henrique Vaz Mondo
            - Sebrae: Victor Rodrigues Ferreira                 
9h40 às 10h10 - Debate
10h10 às 10h30 – Intervalo
10h30 às 11h00 – Case de sucesso: Síntese verde de Nanomateriais
                       - Empresa Tecsinapse Tecnologia da Informação
11h00 às 11h30 – Debate
11h30 às 12h00 – Encerramento (Embrapa e Sebrae)
12h às 14h00 – Almoço
14h00 às 16h30 – Rodadas de Negócios Tecnológicos

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Embrapa desenvolve óleo a base de amêndoa da castanha-de-caju

(Agência Embrapa de Notícias) Um óleo rico em ácidos graxos insaturados, com sabor e aroma característicos da amêndoa da castanha-de-caju, está em fase final de desenvolvimento nos laboratórios da Embrapa Agroindústria Tropical (CE). Recomendado para uso em saladas e finalização de pratos, o produto é uma alternativa ao azeite de oliva ou a outros óleos de amêndoas como macadâmia e castanha-do-pará. Para que o produto chegue ao mercado, ainda são necessários estudos de ampliação de escala para produção industrial. A Embrapa firmou contrato com uma empresa para realizar essa etapa da pesquisa e a previsão é que os trabalhos sejam concluídos no próximo ano.
Foto: Verônica Freire
Além de fazer bem à saúde, o novo óleo resolve um problema da indústria de processamento de caju: a agregação de valor às amêndoas quebradas. No sistema mecanizado, a quebra chega a 40%, o que derruba o preço das amêndoas pela metade. O novo produto seria um destino nobre às partes quebradas e incrementaria a renda dos produtores.
A pesquisadora da Embrapa Janice Lima, que atua no desenvolvimento do produto, explica que o óleo apresenta qualidade sensorial diferenciada e rico valor nutricional. Por isso, pode ser comercializado como produto final com alto valor agregado. “É um óleo gourmet, utilizado para finalização de pratos”, completa o engenheiro de alimentos da Embrapa Raimundo Marcelino da Silva Neto.
O produto é obtido por prensagem a frio. “A prensagem de grãos oleaginosos é um método rápido, fácil e de baixo custo para a obtenção de óleos, oferecendo uma alternativa de agregação de valor para os sistemas de produção da agricultura familiar”, revela a pesquisadora. O processo de extração apresentou bom rendimento e ficou dentro dos padrões exigidos na legislação brasileira para acidez e índice de peróxidos.
Em testes de análise sensorial, quando comparado ao óleo de macadâmia e ao de castanha-do-pará, o de castanha-de-caju saiu-se melhor nos quesitos aroma e aceitação global (veja quadro).


Arte: Eduardo Pinho

Tempo de prateleira

Também foi avaliada a estabilidade do óleo em embalagens de vidro e PET. Os testes foram realizados à temperatura ambiente por 230 dias. Os resultados indicaram que o produto pode ser armazenado nas embalagens testadas, dependendo de sua qualidade inicial, por cinco a sete meses sem grandes alterações na acidez e índice de peróxidos. Durante todo o armazenamento, a aceitação sensorial tanto para aroma como para sabor foi em média de sete, correspondendo na escala hedônica ao termo “gostei”, em uma escala que vai até o nove.
Para que as indústrias possam produzir o óleo de amêndoa de castanha-de-caju, ainda são necessários estudos para ampliação de escala de produção. Nessa fase, é montada uma linha de produção industrial para avaliação e adaptação de equipamentos, matéria-prima, rendimento e determinação da vida de prateleira. “Os estudos realizados no laboratório são validados nessa fase, em escala-piloto”, diz o engenheiro de alimentos da Embrapa Raimundo Marcelino da Silva Neto.



segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Caju com pimenta?

Não. Não é o nome de uma nova banda de forró. Trata-se de um dia de campo sobre o cultivo consorciado do cajueiro com a pimenta tabasco que será realizado amanhã, 9/10, no Campo Experimental do Curu (Paraibapa – CE), numa promoção da Embrapa Agroindústria Tropical.
Um boa oportunidade para produtores, técnicos e interessados conhecerem as vantagens do cultivo consorciado e a utilização da pimenta tabasco na fabricação de geleias, molhos e conservas. Excelente agenda para esta terça-feira.