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domingo, 20 de outubro de 2019

Progresso do oídio em função da fenologia do cajueiro


Muitas doenças afetam o cajueiro, mas atualmente o oídio é o principal problema (Foto: Marlon Valentim). Devidos aos danos causados, o controle da doença deve ser adotado precocemente antes do início da epidemia. O pico de doença, nas condições do semiárido nordestino, ocorre principalmente no primeiro fluxo de floração, influenciado pelo ambiente, pela agressividade do patógeno e pela suscetibilidade do cajueiro.

O texto acima foi extraído do artigo "Progresso do oídio em função da fenologia do cajueiro" escrito pelo fitopatologista Marlon Valentim, da Embrapa. Quer saber mais? Clique aqui para baixar gratuitamente o trabalho completo. Se quiser saber ainda mais, clique aqui e veja o vídeo sobre o Oídio no Canal da Cajucultura onde o Dr. Marlon apresenta mais informações sobre o assunto.

Um bom domingo a tod@s!

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Produtos vegetarianos enriquecidos com fibra de caju

Coxinhas, nuggets, caftas, hambúrgueres e bolinhos que não usam produtos de origem animal na elaboração foram desenvolvidos por meio de parceria entre a Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) e a Sottile Alimentos, empresa de Niterói (RJ). O segredo do New Burguer, por exemplo, é o uso de ingredientes que proporcionam características muito próximas às dos produtos elaborados com carne bovina, além da adição da fibra de caju. Entre os lançamentos há até o Siriju, bolinho similar ao feito com siri, mas elaborado somente com ingredientes vegetais.
A fibra de caju é proveniente do Ceará, onde a Embrapa Agroindústria Tropical desenvolveu estudos que possibilitaram a sua utilização como ingrediente. A pesquisadora da Embrapa Janice Lima conta que a ideia inicial era evitar o desperdício do bagaço do caju gerado pela indústria do suco, que é usado na alimentação animal.
Os pesquisadores perceberam que muitas pessoas no Ceará já aproveitavam a fibra para a produção de hambúrguer, porém com baixo teor de proteína. Por isso, foram realizados testes com a adição de outras fontes de proteína, como a texturizada de soja. “A finalidade dos testes também foi trabalhar a fibra para ter menos gosto de caju e para ficar com uma textura mais agradável ao consumo”, relembra a cientista que, na época, atuava na unidade da Embrapa em Fortaleza (CE).

Sabor e textura similares ao hambúguer bovino

Agora trabalhando na unidade de pesquisa fluminense, Lima se dedicou ao desenvolvimento dos produtos com a Sottile ao lado do analista da Embrapa André Dutra, com informações sobre como tratar a fibra de caju, sobre os ingredientes que poderiam melhorar as características sensoriais de sabor, aparência e textura dos produtos. “O hambúrguer, por exemplo, com base de soja e fibra de caju, é muito semelhante em termos de textura, cor e sabor ao similar de carne bovina. Para quem está acostumado a consumir o hambúrguer bovino, não sentirá tanta diferença no sabor e na textura e vai consumir um produto que é vegetariano e rico em fibras”, detalha a pesquisadora.

Potencial brasileiro no mercado vegetariano

De acordo com o diretor do The Good Food Institute (GFI) no Brasil, Gustavo Guadagnini, o mercado de alimentos com base vegetal tem crescido consideravelmente no País e já é uma das maiores tendências para o futuro da indústria local. Segundo uma pesquisa conduzida pelo GFI no ano passado, quase 30% dos brasileiros diziam consumir esse tipo de produto e 76% enxergavam esse consumo como uma atitude positiva.
“Se hoje nosso País é uma potência agropecuária, é porque tem investido de forma consistente na pesquisa científica, e o protagonismo dessa área está com Embrapa e suas cruciais contribuições para o Brasil. É de extrema importância que ela possa agregar seu imenso conhecimento a essa indústria nascente, para que possamos repetir uma receita de sucesso: o investimento em pesquisa e desenvolvimento, e assim garantir que seremos líderes mundiais também desse novo mercado”, acredita (Fonte: Agência Embrapa de Notícias)

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Cajueiro anão em Roraima

Assista o mais recente vídeo do Canal da Cajucultura sobre as tratativas para a implantação de um polo cajueiro no estado de Roraima, mais precisamente no município de Normandia, interior do estado de Roraima.


domingo, 2 de junho de 2019

Inimigos naturais de pragas do cajueiro

O controle biológico de pragas na agricultura pode ser realizado por inimigos naturais denominados de parasitoides, predadores e entomopatógenos. Os parasitoides são inimigos naturais, muitas vezes do tamanho do hospedeiro, mas que exigem apenas um indivíduo para completar o seu desenvolvimento. 

Quer saber sobre este assunto? Clique aqui e acesse a publicação "Ocorrência e Importância de Inimigos Naturais de Pragas em Cultivo de Cajueiro Orgânico", de autoria dos pesquisadores Antônio Lindemberg Martins Mesquita, Marilene Fancelli e Raimundo Braga Sobrinho, todos da Embrapa.  

domingo, 26 de maio de 2019

Conheça as principais doenças do cajueiro


Antracnose, Oídio, Resinose e Mofo Preto. Esse quarteto não brinca em serviço quando resolve atacar o cajueiro. Quer saber como eles atacam e como controlá-los? Clique aqui e acesse a mais nova publicação sobre o assunto, de autoria de José Emilson Cardoso, pesquisador da Embrapa.

Uma boa leitura e um excelente domingo a tod@s! 

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Oídio: principal doença do cajueiro


Considerada a doença mais importante do cajueiro no Brasil, o Oídio causa danos à produção de castanha e à qualidade do pedúnculo em todas as regiões produtoras. Os sintomas são observados nas folhas, nas flores, nos maturis, nos pedúnculos e nas castanhas. O sintoma característico é um revestimento branco, assemelhando-se a um pó inicialmente branco (estruturas reprodutivas do fungo), tornando-se acinzentado quando os órgãos atacados atingem a maturidade.

O controle do oídio é quase que exclusivamente químico, por meio da aplicação de enxofre elementar ou formulado (Kumulus®), sendo este último na concentração de 300 g por 100 litros de água (800 litros/ha). As pulverizações deverão ser iniciadas logo no começo da floração, e a frequência de aplicação dependerá do monitoramento semanal. A reação dos clones comerciais ao oídio revela diferenças de susceptibilidades.

Quer saber mais sobre este assunto? No próximo domingo (26/5) o Blog da Cajucultura disponibilizará a recém-lançada publicação "Principais doenças do cajueiro: sintomas e controle", de autoria do pesquisador José Emilson Cardoso (foto), abordando as principais doenças que ocorrem no cajueiro no Brasil. Pode-se dizer que este é o tipo de material para o cajucultor ter sempre à mão.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Pesquisadora é destaque internacional


A publicação anual “Global Cashew Women Entrepreneurs”, que reúne perfis de empreendedoras, produtoras e lideranças femininas da cajucultura mundial, traz pela primeira vez uma representante do Brasil: trata-se da pesquisadora Ana Cecília Castro (foto), da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza-CE). Em sua terceira edição, a coletânea faz um mapeamento da atuação de 31 mulheres em posição de destaque na cadeia produtiva do caju. A ação integra uma iniciativa social da companhia CashewInfo.com, especializada em informações globais sobre a cajucultura.


No texto de abertura do livro, Rita Weidinger, diretora-executiva da GIZ/Comcashew (empresa de fomento voltada para cajucultores), enumera os desafios enfrentados pelas profissionais em seu dia a dia: "Elas precisam gerir várias tarefas em suas famílias e empresas, indo além de seus próprios limites para atingir resultados positivos na cadeia produtiva: como agricultoras, pesquisadoras, processadoras, comerciantes e em muitos outros negócios. Não são caminhos sem armadilhas. Apesar dos vários desafios que enfrentam, essas mulheres inspiradoras florescem profissionalmente, fazendo com que outras pessoas queiram se juntar a elas".

Para Ana Cecília, a obra é importante por dar visibilidade o trabalho feminino em meio a uma atividade ainda predominantemente masculina, em especial no que diz respeito aos cargos de direção. Isso é ainda mais necessário, destaca, em países nos quais a luta pela igualdade entre homens e mulheres ainda não se encontra tão avançada quanto no Brasil.


A mão de obra feminina, segundo a pesquisadora, está concentrada em atividades relacionadas ao processamento da castanha de caju e às funções administrativas do negócio. Bióloga de formação com doutorado em Botânica, Ana Cecília divide seu tempo entre o laboratório e as áreas produtivas. Gestora do Banco Ativo de Germoplasma de Caju (BAG Caju), ela afirma que nunca deixou de ir a campo realizar e acompanhar experimentos pelo fato de ser mulher.(Ricardo Moura/Embrapa)

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Pesquisadores extraem substância antimicrobiana da casca da castanha do caju

Cerca de 65% da composição do Líquido da Casca de Castanha de Caju (LCC) é formada por ácidos anacárdicos, uma classe de substâncias com atividade antioxidante e antimicrobiana e alguns estudos mostram potencial de ação antitumoral e antiparasitária. Pesquisadores do Laboratório Multiusuário de Química de Produtos Naturais da Embrapa Agroindústria Tropical (CE) desenvolveram um processo para extrair, purificar e quantificar esses compostos, o que abre espaço para o surgimento de uma nova rota de exploração comercial na cajucultura.
Conforme o pesquisador da Embrapa Edy Brito, embora a atividade biológica dos ácidos anacárdicos seja conhecida desde a década de 1940, a fonte mais abundante dessas substâncias é desperdiçada. Nas grandes indústrias de beneficiamento de castanha de caju, a alta temperatura empregada no processamento degrada os ácidos presentes no LCC. Nas pequenas fábricas, embora não ocorra a degradação durante o processamento, as cascas, que correspondem a 70% do peso da castanha, quando não são descartadas, acabam alimentando fornalhas. “A queima é um problema, porque pode gerar gases tóxicos”, alerta o cientista.
O método de quantificação e de isolamento desenvolvido na Embrapa é o primeiro passo para o aproveitamento dos ácidos anacárdicos, que atualmente não estão disponíveis no mercado. “A obtenção desses padrões de forma reprodutível é uma etapa importante para viabilizar o aproveitamento dessas substâncias em diversos fins”, esclarece o pesquisador. Os padrões desenvolvidos servirão como modelo para controle de qualidade em diferentes estudos, inclusive para possíveis futuras explorações comerciais (Fonte: Agência Embrapa de Notícias).

quinta-feira, 21 de março de 2019

Conheça a Broca das Pontas do Cajueiro

No mais recente vídeo do Canal da Cajucultura no YouTube, converso com o entomologista Lindemberg Mesquita, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical, sobre uma das mais importantes pragas do cajueiro: a Broca das Pontas ou dos Ponteiros. Conheça os hábitos desta praga e como fazer o seu controle neste vídeo. Inscreva-se no Canal da Cajucultura, curta os nossos vídeos e deixe os seus comentários.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Monitoramento de pragas no cajueiro

Fique por dentro dos princípios básicos do Monitoramento de Pragas na Cultura do Cajueiro, assistindo o mais recente vídeo do Canal da Cajucultura no YouTube. Em apenas 12 minutos o entomologista da Embrapa, Antonio Lindemberg Mesquita, resume o que há de mais importante sobre este tema.


sexta-feira, 1 de março de 2019

Um novo hambúrguer de caju

No Cajucultura Podcast desta semana, comento sobre as pesquisas da Embrapa que desenvolveram duas formulações para um novo hambúrguer vegetal à base de fibras do caju. Excelente opção para dietas veganas e vegetarianas. 

Quando falamos em hambúrguer de caju, nunca é demais lembrar o pioneirismo do saudoso amigo Jaime Aquino e sua cozinha experimental na Cione, com inúmeros pratos à base de caju. 

Para saber mais, aperte o play e ouça todo o comentário.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Saiba mais sobre o "Oídio do Cajueiro"

Domingo é dia do Blog da Cajucultura recomendar a leitura de artigos ou livros com temas de interesse do cajucultor. Hoje a nossa recomendação vai para o Comunicado Técnico da Embrapa "Controle Químico do Oídio do Cajueiro", de autoria de José Emilson Cardoso, Marlon Vagner Valentim Martins, Joilson Silva Lima, Francisco Marto Pinto Viana e Luís Gustavo Chaves da Silva.

Clique aqui e acesse o documento completo. Boa leitura!

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Caju: 500 perguntas e 500 respostas


A partir de hoje, e a cada domingo, disponibilizaremos para download neste Blog uma publicação técnica sobre a cultura do cajueiro.


O livro de hoje é  uma leitura indispensável para quem pretende mergulhar no mundo da cajucultura. Trata-se do “Caju : o produtor pergunta, a Embrapa responde“. 

Escrito em linguagem simples, traz as respostas para as  principais questões diárias enfrentadas pelo cajucultor. 

Super recomendo. Boa leitura. Clique no link abaixo para ter acesso ao livro.

Livro Caju: o produtor pergunta, a Embrapa responde

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Prodeter se reúne hoje em Beberibe

O Banco do Nordeste do Brasil, por meio da Superintendência Estadual do Ceará e o Comitê Gestor Territorial- CGT Litoral Leste, convidam os cajucultores e demais integrantes da cadeia produtiva do caju para uma reunião nesta quinta-feira, 31, às 8h30, em Beberibe, no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Beberibe - SINDSERV (Rua D, 259, Loteamento Racine Facó - Referência: Rua do INSS, Centro).

O evento (ver programa abaixo)  objetiva fomentar o processo de estruturação de atividades econômicas priorizadas pelo Programa de Desenvolvimento Territorial do Litoral Leste - Prodeter.

Programação
08:30 - Abertura
08:45 - Expectativas da Cajucultura para os próximos anos - Rodrigo Diógenes (Vice Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceara)
09:30 - Legislação e Ações de Fiscalização da ADAGRI - Representante da ADAGRI
10:00 - Controle de Doenças do Cajueiro - Dr. José Emilson (Pesquisador da EMBRAPA)
10:30 - Controle de Pragas do Cajueiro - Dr. Antonio Lindemberg (Pesquisador da EMBRAPA)
11:00 - Fertilizantes Aplicados na Cajucultura - Helio Alencar (TIMAC AGRO)
11:30 - Debate e Considerações Finais

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Criação do cajueiro anão: parte 2

Quais os rumos a serem seguidos pelos programas de melhoramento genético do cajueiro? Quais os principais atributos, em termos de castanha e pedúnculo, a serem buscados pelos pesquisadores que trabalham nesta área? Conheça o pensamento de Levi Barros, um dos pioneiros no melhoramento genético do cajueiro no Brasil nesta "entrevista-aula" concedida ao Canal da Cajucultura.


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Saiba mais sobre o cajueiro anão

Nesta quarta-feira, 30,  apresentaremos no Canal da Cajucultura a segunda parte da entrevista com Levi Barros, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical, que fala sobre os clones de cajueiro anão e os desafios a serem enfrentados pelos programas de melhoramento genético do cajueiro.  

Inscreva-se no Canal da Cajucultura e acesse em primeira mão os vídeos que abordam o agronegócio caju em nível nacional e internacional especialmente selecionados por este Blog.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

A criação do CP 76

No vídeo desta quarta-feira, o agrônomo Levi de Moura Barros, pesquisador da Embrapa, conta-nos acerca dos bastidores da criação do cajueiro anão, com ênfase no clone CP 76.

Fugimos um pouco ao padrão de duração máxima dos vídeos do Canal da Cajucultura (dez minutos), por entendermos que vale a pena conhecer esta história.


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Conheça a história do cajueiro anão

Pouca gente sabe, mas até o início da década de 50 a produção de castanha de caju no Brasil era essencialmente extrativista. As primeiras tentativas para estabelecer plantios de cajueiro com fins comerciais foram feitas em Pacajus, no Ceará. 

Nesse município, em 1956, o governo federal instalou uma coleção de matrizes de cajueiro para pesquisa agronômica. Posteriormente, ocorreu a introdução de plantas de cajueiro anão originadas de uma população natural do município cearense de Maranguape nesse campo experimental. O município de Pacajus é hoje considerado o marco histórico do melhoramento genético dessa espécie no país.

Para falar sobre os bastidores dessa história, entrevistamos um de seus protagonistas, o agrônomo Levi de Moura Barros (Embrapa). A entrevista, dividida em duas partes, será disponibilizada no Canal da Cajucultura nesta quarta-feira (23). Vale a pena assistir e conhecer o trabalho iniciado por Esmerino Parente (foto), sucedido por um grupo anônimo de pesquisadores que contribuiu de forma marcante para a criação do cajueiro anão.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Caju na Feira do Conhecimento 2018

Começa nesta quarta-feira, 21, indo até sábado, 24, a Feira do Conhecimento 2018. O evento acontece em Fortaleza, no Centro de Eventos.

Na edição deste ano a Embrapa apresentará tecnologias que aumentam a produtividade e a rentabilidade da cadeia produtiva do caju, como por exemplo a cajuína orgânica em lata, podadeira mecânica, maquete de mini-fábrica de processamento de amêndoas de castanha de caju, dentre outras.

A participação é gratuita, e contará com palestras, oficinas, demoday, hackaton, campeonato de robótica, corrida de drones, mostra de games, estação de jogos analógicos e digitais, sessões no planetário móvel, dentre outros.

A expectativa dos organizadores é reunir cerca de 10 mil pessoas, entre jovens empreendedores, empresários, estudantes, professores e pesquisadores, profissionais da área de tecnologia, gestores e comunidade em geral.

Mais informações, clique aqui.

sábado, 3 de novembro de 2018

IV Workshop Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial

Ainda estão abertas, até o dia 05/11, as inscrições (gratuitas) para o IV Workshop Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial, que ocorrerá em Fortaleza-CE, nos dias 07 e 08/11/2018, no auditório do SEBRAE-CE, numa promoção Embrapa e Sebrae. Confira a programação:

7 de novembro
8h às 8h30 – Recepção e credenciamento
8h30 às 9h – Abertura
9h às 10h10 – Painel Tendências e potencialidades para nichos de mercado em cadeias produtivas agroindustriais
            - Embrapa: Pesquisador João Flávio Veloso
            - Sebrae: Alci Porto Gurgel Junior
            - Sindialimentos/FIEC: André de Freitas Siqueira
Mediação: Huda Oliveira Giesbrechet                     
10h10 às 10h40 - Debate
10h40 às 11h – Intervalo
11h às 11h30 – Case de sucesso: 1ª cajuína orgânica em lata
           - Empresa Natvita
11h30 às 12h – Debate
12 às 12h30 - Sessão extra (Bônus de participante) – reunião dos palestrantes com participantes que receberam bônus na inscrição
12h30 às 14h00 – Almoço
14h00 às 16h30 – Rodadas de Negócios Tecnológicos

8 de novembro
8h30 às 9h40 – Painel Contribuições da bioeconomia para o mercado agropecuário e agroindustrial de nichos
            - Grupo CentroFlora: Cristina Dislich Ropke
            - Tomazoni Gastronomia Sabor & Saber: Ana Maria Ruiz Tomazino
            - Embrapa: Vitor Henrique Vaz Mondo
            - Sebrae: Victor Rodrigues Ferreira                 
9h40 às 10h10 - Debate
10h10 às 10h30 – Intervalo
10h30 às 11h00 – Case de sucesso: Síntese verde de Nanomateriais
                       - Empresa Tecsinapse Tecnologia da Informação
11h00 às 11h30 – Debate
11h30 às 12h00 – Encerramento (Embrapa e Sebrae)
12h às 14h00 – Almoço
14h00 às 16h30 – Rodadas de Negócios Tecnológicos