Mostrando postagens com marcador cajucultura brasileira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cajucultura brasileira. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Por que devemos priorizar a cajucultura no Nordeste

Republico hoje, como contribuição à Audiência pública de hoje à tarde sobre cajucultura na Assembleia Legistativa do Ceará, artigo que postei neste Blog em abril último.

"Em artigos anteriores venho comentando sobre a grande movimentação que ocorre no mercado internacional e a quase paralisia do Brasil em relação a este importante setor.

Acredito que não é pedir demais aos governos do Nordeste que priorizem a cajucultura como atividade econômica, tendo em vista os seus inegáveis e históricos benefícios econômicos e sociais para a região.

Quer saber mais? Clica no botão play abaixo e ouça o restante dos meus comentários sobre este importante tema. Se gostou dos comentários, compartilha com o parlamentar de sua região. Quem sabe, possamos mobilizá-lo em prol desta causa."


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Cajucultura: não é só distribuição de mudas



Disponibilizei ontem neste Blog um estudo intitulado "Desafios para a Cajucultura no Brasil:

Análise de Competitividade e Recomendações para o Setor".  Para quem ainda não leu, recomendo a sua leitura.  

Às vésperas de uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Ceará para tratar da cajucultura cearense, vale muito à pena a leitura, principalmente para quem considera que o problema da cajucultura resume-se exclusivamente à distribuição de mudas de cajueiro anão. 

domingo, 25 de agosto de 2019

Desafios para a Cajucultura no Brasil


Neste domingo trazemos a publicação "Desafios para a Cajucultura no Brasil: Análise de Competitividade e Recomendações para o Setor", de autoria do Hugo Santana de Figueirêdo Junior, Professor da Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade (FEAAC)/ Universidade Federal do Ceará (UFC).

Publicado em 2008, mas bastante atual, o estudo destaca os principais desafios para a cajucultura no Brasil, complementando a análise de oferta e demanda da castanha de caju com a análise da cadeia de valor do setor, do ambiente de negócios em que se encontra inserido e de possíveis eventos externos com poder de influenciar significativamente a competitividade dos participantes do setor, tanto no âmbito do país como no da empresa.

Subsídio importante para formuladores de políticas públicas e aos que pretendem encarar a cajucultura, de fato, como um negócio. Clique aqui para acessar a publicação.

domingo, 21 de abril de 2019

Amanhã tem Cajucultura Podcast

Não percam amanhã cedinho mais uma audição do Cajucultura Podcast. Nesta edição de número 14 o tema será: "Por que devemos priorizar a cajucultura no Nordeste?". Ouçam os meus comentários sobre este importante assunto e, se puderem, façam chegar aos ouvidos (e olhos) do parlamentar de sua região por meio das redes sociais. Aguardo vocês!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Cenários da cajucultura cearense

A convite da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Cajucultura, logo mais às 14 horas, na Adece, farei apresentação para os membros integrantes daquele colegiado, na sua primeira reunião ordinária de 2019, da palestra "Cenários da Cajucultura Cearense", com foco em Conjuntura, Tendências e Trajetória. 

Os pontos de destaque desta palestra serão reproduzidos na próxima sexta-feira, 15, no Cajucultura Podcast

domingo, 27 de janeiro de 2019

Área com cajueiro no Brasil (2007/17)

Área com cajueiro no Brasil, por região e estados do Nordeste (2007/2017), em hectares.

sábado, 20 de outubro de 2018

Cajucultura brasileira: como ganhar o jogo?

Esta semana publiquei durante três dias consecutivos neste Blog alguns posts sobre a crise da cajucultura na Índia, um dos grandes produtores e processadores mundiais de castanha de caju. 
A cajucultura mundial vive presentemente um momento crucial para a sua sustentabilidade futura. As decisões e iniciativas que venham a ser tomadas agora farão a diferença num futuro próximo.

Como observador atento da conjuntura mundial do agronegócio caju, tenho verificado nos últimos seis meses uma grande movimentação dos principais produtores, especialmente Vietnã, Índia, Costa do Marfim e Nigéria, apoiados por seus governos ou por associações, no sentido de definirem rumos para este importante negócio. Para ilustrar o que falamos, vários países africanos estão agora planejando processar cerca de 50% de sua produção de castanha in-house e entrar no mercado mundial em grande escala. Alguns, inclusive, sobretaxando a exportação de castanha in natura. Por sua vez, a Índia, que atravessa uma crise sem precedentes no setor, planeja medidas apropriadas para atender sua produção de castanha, definindo um roteiro para aumentar a produção para 2 milhões de toneladas de castanhas até 2025. 
E o Brasil, o que está fazendo? Muito pouco. Em geral, iniciativas desconexas, isoladas e focadas exclusivamente na área agrícola. Geralmente de curto prazo, na maioria das vezes esquecendo que este é um negócio que envolve uma commoditie cuja formação de preços, quer se queira ou não, é regrada em grande parte pelo mercado externo. Uma pergunta importante nesse momento importante da vida nacional: "- Quais as propostas estruturantes, concretas, dos candidatos eleitos/ainda não eleitos aos governos do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte para a cajucultura desses três estados?" Não vale como resposta "distribuição de mudas e substituição de copas".
Observando toda essa movimentação internacional, uma das principais lições que fica é a de que sem a união dos diversos segmentos que integram a cadeia produtiva do caju, será extremamente difícil virar o jogo. Em resumo, o agronegócio caju brasileiro precisa de uma instituição forte, não chapa branca, com poder de pressão, sem viés ideológico e coloração político-partidária, que una (e reúna) a cadeia produtiva como um todo. É o primeiro passo. Somente assim pode-se pensar em ganhar o jogo. No momento estamos perdendo feio.