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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Fibra de caju previne obesidade em animais



Fibras do bagaço de caju tratadas em laboratório para retirada de açúcares e outros compostos de baixo peso molecular foram capazes de inibir a obesidade em ratos submetidos a dieta hipercalórica. Os animais receberam uma dieta rica em gorduras durante 15 semanas. Uma parte dos animais recebeu também a fibra processada em laboratório. O resultado animou os cientistas da Embrapa Agroindústria Tropical (CE) e da Universidade Federal do Ceará (UFC) que realizaram a pesquisa.

A fibra controlou o peso, a gordura abdominal, o apetite e preveniu o aumento da glicemia, das taxas de insulina no sangue e da gordura no sangue (triglicerídeos). Preveniu também o processo inflamatório e reduziu a lesão hepática causada pela dieta hipercalórica.

Na obesidade, o organismo passa a apresentar resistência aos hormônios que atuam no controle da saciedade, fazendo com que o indivíduo sinta mais fome, explica a nutricionista Diana Valesca Carvalho, professora da UFC e uma das responsáveis pelo experimento. No estudo, apesar de os animais consumirem uma dieta hipercalórica, eles mantiveram normais os níveis de leptina e insulina e reduziram a grelina, o hormônio relacionado à fome, o que representou o controle da saciedade.

Os resultados obtidos no estudo fazem parte de um esforço de desenvolvimento de produtos de alto valor agregado a partir do caju. Na Embrapa Agroindústria Tropical diversos estudos relacionados ao tema são realizados, entre eles para o aproveitamento do bagaço de caju, um resíduo abundante da indústria de suco que é desperdiçado (Fonte: Agência Embrapa de Notícias).

Clique aqui para mais informações.

domingo, 1 de setembro de 2019

Aprenda a fazer rapadura de caju


Domingo é dia de trazer para os leitores do Blog da Cajucultura publicações técnicas relacionadas ao agronegócio caju. O tema de hoje é "Processamento do pedúnculo de caju: rapadura de caju", manual de autoria dos pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical, Francisco Fábio de Assis Paiva e Raimundo Marcelino da Silva Neto.

Este manual tem como objetivo atender à demanda de pequenos e médios produtores de caju da região Nordeste do Brasil na elaboração simplificada da Rapadura de Caju como alternativa econômica de agregar valor à sua matéria-prima, por meio da adoção de processos tecnológicos compatíveis com a realidade da agroindústria familiar, e, ao mesmo tempo, atendendo a todas as exigências de qualidade e segurança alimentar.

Clique aqui para acessar o Manual e boa leitura.

Um bom domingo a todos. Enfim chegou setembro!

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Cajueiro anão em Roraima

As primeiras mudas de Cajueiro anão de Roraima foram plantadas na última segunda-feira (12) no município de Normandia, região ao leste do Estado. Esta é mais uma etapa do projeto Polo do Cajueiro, que visa incentivar a agricultura familiar para futuras produções de polpas, bebidas e comercialização da castanha.
A Embrapa Roraima disponibilizou cerca de 12 mil sementes que foram semeadas em viveiros do município e 1200 garfos para enxertia. O trabalho foi acompanhado por uma equipe técnica da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA).
O projeto beneficia diretamente 25 produtores locais da sede,  já com expectativa de expansão para outros municípios como Cantá, Bonfim e Boa Vista. De acordo com o Secretário Municipal de Meio Ambiente e Turismo, Charlyel Correa "Esta demanda é discutida desde 2018 e surgiu através do Fórum da Agricultura Familiar. Conseguimos colocá-lo em execução este ano com as sementes que são oriundas do Ceará e vão servir não só para produção mas para disseminação" disse.
57 famílias estão inscritas no projeto, que estima que cada uma delas, seja responsável por um hectare com 208 plantas. "A nossa expectativa é que este número chegue a 100 e que no próximo ano possamos alcançar as comunidades indígenas. A intenção é trazer uma fabrica de processamento que vai gerar emprego e renda no município" complementa Correa (Folha de Roraima Web).
Clique aqui para saber mais.




domingo, 18 de agosto de 2019

Como estimar a oferta de lenha no cajueiro

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Trazemos hoje para os leitores do Blog o trabalho "Método para estimar a oferta de lenha na substituição de copa em cajueiros", onde Afrânio Montenegro, da Embrapa, mostra como estimar a quantidade de lenha que será disponibilizada na substituição de copas, com base na medida da circunferência do tronco das plantas medida ao nível do solo.

Clique aqui para acessar a publicação. Um bom domingo! 

domingo, 11 de agosto de 2019

Pragas e doenças em mudas de cajueiro

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Neste domingo o Blog da Cajucultura traz para os seus leitores a publicação "Problemas Fitossanitários em Mudas Enxertadas de Cajueiro no Estado do Ceará", de Francisco Freire, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical. Conheça os principais problemas fitossanitários detectados em viveiros de cajueiro no Ceará. 

Clique aqui para acessar a publicação.

Um feliz dia dos pais!

domingo, 4 de agosto de 2019

Caracterização química da madeira do cajueiro

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A publicação deste domingo, "Caracterização química da madeira do cajueiro",  tem como autor principal o pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical Afrânio Montenegro.

O objetivo do autor foi caracterizar quimicamente a madeira de cajueiro, devido à escassez de informações sobre a madeira desta espécie na literatura usual, visando o seu potencial como matéria prima para a indústria de celulose e papel. 

Clique aqui para acessar a publicação. Um bom domingo a tod@s!

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Estratégias de controle de pragas e doenças do cajueiro



Um grande número de cajucultores esteve presente no dia ontem durante o Seminário Técnico da Cajucultura realizado em Fortim (CE). O evento foi promovido pela Secretaria de Agricultura e Pesca de Fortim/Prodeter, em parceria com a Embrapa Agroindústria Tropical. 

Nas fotos de Tiago Moura, os agrônomos Lindemberg Mesquita e Emilson Cardoso falam sobre as principais pragas e doenças do cajueiro e as respectivas estratégias de controle.


quarta-feira, 3 de julho de 2019

LCC: revista destaca pesquisa da Embrapa 


A capa de junho da revista científica Separation Science Plus (foto) foi dedicada a um estudo desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical e da Universidade Federal do Ceará sobre o isolamento de ácidos presentes no Líquido da Casca de Castanha de Caju (LCC). A publicação internacional trata dos principais avanços científicos observados na preparação de amostras para cromatografia, técnica analítica usada na identificação de substâncias e separação de misturas.

Os ácidos anacárdicos são uma classe de substâncias com interesse para a indústria farmacêutica por apresentarem atividade antioxidante, antimicrobiana, antitumoral e antiparasitária. Cerca de 65% da composição do LCC é constituída por ácidos anacárdicos, o que faz desta a fonte natural mais abundante da substância.

No artigo que ilustra a capa da revista, intitulado "Produtividade de um isolamento de ácidos anacárdicos do Líquido da Casca da Castanha de Caju por cromatografia líquida de alta eficiência preparativa", os cientistas brasileiros mostram como estabeleceram os parâmetros para isolamento, em escala preparativa, das substâncias. 

Foram estabelecidos parâmetros como o consumo de solvente, a produtividade, rendimento, recuperação, pureza e saturação para o que os cientistas chamam de escala preparativa. Diferente da escala usada para análises laboratoriais, medida em microgramas, na escala preparativa as quantidades mudam para centenas de miligramas – quantidade de substância suficiente para o desenvolvimento de padrões para controle de qualidade e testes biológicos.

Além de aumentar a escala, os pesquisadores dobraram a produtividade em grama por hora (com pureza acima de 95%), diminuindo em 50% o consumo de solvente. Os resultados incluíram o desenvolvimento dos padrões para controle de qualidade utilizando equipamentos de cromatografia líquida de alta pressão.

O método de quantificação e de isolamento desenvolvido na Embrapa é o primeiro passo para o aproveitamento dos ácidos anacárdicos, que atualmente não estão disponíveis no mercado. "A obtenção desses padrões de forma reprodutível é uma etapa importante para viabilizar o aproveitamento dessas substâncias em diversos fins", esclarece o pesquisador Edy Brito, autor principal do artigo. Os padrões desenvolvidos servirão como modelo para controle de qualidade em diferentes estudos, inclusive para possíveis futuras explorações comerciais. (Verônica Freire - MTB 01225JP/Embrapa Agroindústria Tropical)

domingo, 9 de junho de 2019

Manual de Processamento de Castanha de Caju

Neste domingo o Blog da Cajucultura disponibiliza aos seus leitores o manual de "Processamento da Castanha de Caju", tendo como autor principal Francisco Fábio de Assis Paiva, da Embrapa.

Este manual descreve todos os passos e as etapas do processamento da castanha de caju em escala de minifábrica, como se obter a matéria-prima até a distribuição do produto para comercialização. Além disso, identifica os equipamentos e utensílios que compõem a unidade industrial, fornece a planta baixa da agroindústria e dá orientação quanto às boas práticas de fabricação (BPF).

Clique aqui para acessar o documento, boa leitura e um excelente domingo a tod@s!

terça-feira, 21 de maio de 2019

Enxofre no controle do oídio

Foto: Luiz Serrano/Embrapa

O oídio do cajueiro pode ser controlado com a aplicação de enxofre – um produto inócuo à saúde humana e ao meio ambiente e apropriado para cultivos orgânicos. Cientistas da Embrapa Agroindústria Tropical (CE) observaram que o enxofre é capaz de controlar a doença, reduzindo a incidência a menos de 10% nos pomares acometidos.

Muito agressivo, o oídio ataca os tecidos jovens da planta, as inflorescências, pedúnculos e castanhas (foto acima). Provoca o abortamento das flores e deformações, rachaduras e varíolas nos pedúnculos e frutos. O ataque provoca prejuízos tanto ao mercado de castanha quanto ao de caju de mesa. Um sintoma comum é a variegação (presença de zonas com alteração de cor) no pedúnculo. Esse dano é observado em quase todos os clones comerciais acometidos e provoca redução do preço como fruta de mesa, um importante nicho de mercado do agronegócio do caju.

O pesquisador Emilson Cardoso explica que além do enxofre elementar, que pode ser polvilhado nos pomares, os produtores têm à disposição um produto industrializado à base de enxofre com registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A recomendação é para que os produtores façam três aplicações semanais com o produto logo na primeira florada dos cajueiros.

Emilson Cardoso acrescenta que o enxofre elementar é um produto natural e acessível, mas que apresenta a desvantagem de necessitar de um equipamento específico para polvilhamento. Por este motivo, os produtores obtiveram em 2015, a partir de recomendação da Embrapa, o registro no Mapa de produto à base de enxofre. O defensivo agrícola liberado é solúvel em água e pode ser aplicado com equipamentos de pulverização facilmente encontrados nas propriedades, o que facilita o controle.

O Pseudoidium anacardii, fungo que provoca a doença, apresenta disseminação explosiva, germinando em poucas horas. O patógeno pode ser facilmente disseminado por vento ou insetos. "Não depende muito de chuva para germinar, bastam poucas horas de orvalho, o que é comum mesmo nos sertões. Uma vez germinado, penetra facilmente nos tecidos jovens", detalha Cardoso (Verônica Freire/MTb 01225/JP/Embrapa Agroindústria Tropical).


quinta-feira, 9 de maio de 2019

Potiretama quer retomar cajucultura


Atendendo demanda do Sebrae (Jaguaribe) e da Secretaria Municipal de Agricultura de Potiretama, a Embrapa Agroindústria Tropical reuniu-se no dia de ontem com cerca de cinquenta produtores na comunidade Sitio Três Irmãos (foto).

Potiretama, cidade cearense localizada no médio Jaguaribe, no passado teve uma expressiva produção. Entretanto, as sucessivas secas e a mosca branca dizimaram a maioria dos pomares, constituídos na maioria por cajueiros gigantes.

O Secretário de Agricultura do município, Charles Vieira, e o representante do Sebrae, Ranulfo Alexandre, assistiram a palestra do Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agroindústria Tropical, Gustavo Saavedra, onde foram apresentadas alternativas tecnológicas para o soerguimento da cajucultura naquela região. Ao término da palestra foram listadas as principais ações a serem executadas pelas instituições presentes com vistas ao objetivo proposto pelo município. Compareceram também ao evento representantes dos municípios de Alto Santo e Limoeiro.