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segunda-feira, 1 de abril de 2019

Cajucultura pelo mundo

Índia 
A Índia aumentou suas importações de castanha de caju in natura da África Ocidental, que está oferecendo estoques da safra passada a preços mais baixos depois de uma fraca comercialização no segundo semestre do ano passado.

Costa do Marfim
A Costa do Marfim quer transformar 50% de sua produção de castanha de caju até 2023. Numa meta mais ambiciosa, até 2025 espera que 100% de sua produção seja processada localmente, agregando valor à produção e, especialmente, gerando empregos.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Caju, do Maranhão para o mundo

O nome inglês ‘cashew’ é derivado da palavra portuguesa de pronúncia similar, ‘caju’, que por sua vez provém da palavra indígena ‘acaju’. Em alguns países da América Latina é chamado ‘marañon’, provavelmente devido ao nome da região onde foi visto pela primeira vez, o estado do Maranhão, no meio norte do Brasil.

Presume-se que o cajueiro chegou em Goa, principal colônia de Portugal nas Índias Orientais, entre 1560 e 1565. Os portugueses levaram a planta para a Índia, entre 1563 e 1578. Depois da Índia foi introduzida no sudeste asiático, chegando à África durante a segunda metade do século XVI, primeiro na costa leste e depois na oeste e por último nas ilhas.

O resto da história todos conhecem: a Índia e o Vietnã são hoje são os maiores exportadores mundiais de amêndoa de castanha de caju. 

A gravura acima é considerada a ilustração mais antiga sobre o cajueiro, feita pelo monge francês André Thevet quando de suas andanças pelo litoral do Nordeste, em 1557

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Índia quer criar marca para sua castanha

Com as exportações indianas de amêndoa de caju atravessando uma das piores quedas dos últimos tempos, a indústria daquele país está planejando um exercício de branding para promover a amêndoa indiana.

Os dados do Conselho de Promoção de Exportação de Caju da Índia (CEPCI) mostram uma queda de 32 % nos embarques para o exterior nos últimos seis meses  em relação ao mesmo período do ano passado, correspondente a 30.805 toneladas. As receitas também caíram 32% para o período, apesar de um aumento marginal no valor unitário.

A amêndoa indiana perdeu o seu domínio nos EUA, até então seu maior mercado, para o Vietnã, que conseguiu aumentar sua participação vendendo a preços mais baixos. "O Vietnã agora responde por 76% das importações de amêndoa de caju feitas pelos EUA, onde a Índia era o principal fornecedor", afirma RK Bhoodes, presidente da CEPCI.

O Vietnã corta os custos empregando mecanização extensiva. “O Vietnã vende 20 centavos por libra menos que as indianas. Mas em termos de qualidade, as amêndoas indianas são superiores ”, defende Bhoodes. A indústria do caju está planejando promover a marca indiana de caju em nível premium para reviver a glória anterior do caju indiano no mercado americano. "Estamos olhando para uma conexão emocional em marketing com tags como "Se você comprar a amêndoa de caju indiana você apoiará 1 milhão de trabalhadores ", complementa.

A CEPCI colocará essa sugestão na cúpula global do caju na Índia, em fevereiro, juntamente com outras demandas, como apoio financeiro para a indústria, já que o aumento do custo de produção forçou o fechamento de muitas fábricas de processamento em Kerala e medidas para controlar a entrada de amêndoa de caju importada no mercado indiano que é atualmente o maior consumidor.(Fonte: ET Markets)