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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Quem consome mais amêndoa de caju?

Segundo dados do Anuário Estatístico 2017-2018 do INC (International Nut and Dried Fruit Council Foundation), os principais países consumidores de amêndoa de castanha de caju  (consumo estimado em quilos per capita/ano) são os seguintes:
- Austrália - 1,365
- EUA – 1,347
- Nova Zelândia – 1,206
- Suécia – 1,114
- Alemanha – 1,097

Amanhã, no vídeo da semana, complementaremos este assunto em mais detalhes, com o tema "Mercado da amêndoa de castanha de caju".

sábado, 27 de outubro de 2018

Panorama das exportações no Vietnã


Nos primeiros nove meses de 2018, o Vietnã exportou 271.669 toneladas de amêndoa de castanha de caju (ACC), faturando 2,54 bilhões de dólares, um aumento de 5,1% em volume, mas queda de 1% no faturamento em relação ao mesmo período do ano passado.
Os Estados Unidos são os maiores consumidores da ACC do Vietnã, respondendo por mais de 38% do volume total exportado pelo país, alcançando 104.030 toneladas, equivalente a 973,54 milhões de dólares, alta de 12, 4% em volume e 4,6% no faturamento em relação ao mesmo período de 2017. No entanto, os preços de exportação para este mercado diminuíram 7%, em média.
A ACC exportada para os Países Baixos representou 11,5% do total das exportações de ACC do país e representou 12,2% do volume de negócios total, atingindo 31.295 toneladas.
As exportações para a China caíram 1,3% em volume e 7% no volume de negócios, para 30.198 toneladas.
O mercado do Reino Unido representou 4% do faturamento total e total das exportações de todo o país, alcançando 10.776 toneladas, o equivalente a 97,52 milhões de dólares, com queda de 12,6% em volume e 16,8% no faturamento para o mesmo período do ano passado.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Vietnã: mais 300 mil toneladas de castanha


O Vietnã precisará importar mais de 300 mil toneladas de castanha  in natura até o final do ano para processar a demanda dos importadores. Cao Thục Uy, CEO da Cao Phát Co Ltd, uma das maiores processadoras e exportadoras de amêndoa de caju do país, disse que o país importou no ano passado 1,3 milhão de toneladas de castanha in natura.  Nos primeiros oito meses deste ano, foram importadas 825 mil toneladas, a maioria de países da África Ocidental. "Se o volume de exportação deste ano for igual ao do ano passado, precisaremos importar 300 mil toneladas", disse Uy.

O Vietnã exportou 353.000 toneladas de castanha de caju processada em 2017. Nos primeiros oito meses deste ano foram exportadas 242 mil toneladas. O país é líder global em processamento e tecnologia de processamento de amêndoa de caju e também o maior importador de castanha in natura, respondendo por um terço da produção global de ACC.


terça-feira, 9 de outubro de 2018

10ª Conferência Internacional do Caju

10ª Conferência Internacional do Caju 
(Foto: Xuân Hương)
Uma das principais conclusões da 10ª Conferência Internacional do Caju, encerrada no Vietnã, em Hạ Long City, este final de semana, foi a de que “a estabilidade de preços é necessária para garantir o crescimento sustentado do mercado da amêndoa de castanha de caju (ACC) e os benefícios para as partes interessadas na cadeia produtiva como um todo”. 
Após um período de aumento constante, os preços globais da ACC caíram acentuadamente, causando dificuldades para as partes interessadas no setor. Segundo os participantes do encontro, os altos preços do ano passado fizeram com que os consumidores mudassem para outras nozes.
Wim Schipper, diretor de castanhas e ingredientes da Intersnack Procurement BV, uma subsidiária do Intersnack Group da Alemanha, disse que devido a subsequentes alta de preços, os torrefadores tiveram que aumentar seus preços duas vezes para vendas em 2017 e 2018, resultando em “destruição de demanda” e na redução nas vendas no varejo da castanha. Para ilustrar, a importação de ACC pela União Europeia que teve um crescimento constante de 2015 a 2017 e até mesmo nos primeiros cinco meses deste ano, reduziu significativamente a partir de junho. Para este ano, as vendas no varejo na UE devem cair 10%.