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quinta-feira, 7 de março de 2019

Classificados do Blog

Você tem algum produto derivado do caju (cajuína, doce, castanha, amêndoa, etc.) e busca compradores? Especifique o seu produto e o seu número zap que todos os domingos o Blog da Cajucultura, fará a divulgação no Classificados do Blog. As mensagens serão aceitas somente se enviadas para o email blogdacajucultura@cajucultura.com.br

Ressaltamos que o Blog não intermediará e nem se responsabilizará por qualquer uma dessas operações. Esta é apenas uma forma de aproximar compradores e vendedores neste difícil setor e aproveitar a crescente audiência do Blog da Cajucultura (falta pouco para alcançarmos 100 mil visualizações).

segunda-feira, 4 de março de 2019

Olam de olho na África e na Ásia

A Olam Internacional, maior fornecedora mundial de amêndoas de castanha de caju pretende expandir seus empreendimentos na área de processamento e os seus negócios de compra de castanha na África. 

No ano passado a Olam adquiriu uma participação de 30% do segundo maior processador de amêndoas de caju do Vietnã, como parte de um plano para atender o aumento da demanda na Ásia.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Amêndoa de caju para o Oriente Médio

A AE Negócios Internacionais vai exportar amêndoa de castanha de caju para o Oriente Médio. A empresa de Natal, Rio Grande do Norte, deve embarcar em algumas semanas um contêiner com o produto para o Kuwait e receberá em março no Brasil um importador dos Emirados Árabes Unidos para negociar também amêndoa de castanha de caju, segundo informações de uma das sócias, Amanda Lopes (foto). O negócio com o Kuwait está nos trâmites finais.

A AE Negócios Internacionais é uma empresa de representação comercial com foco no mercado exterior na área de alimentos e bebidas. De propriedade de Amanda Lopes e Cibelle Bastos, ela intermedia negócios de exportação de produtos da região, tais como tapioca, amêndoa de castanha de caju, cajuína, frutas in natura, açaí e outros. O objetivo é levar ao exterior alimentos e bebidas produzidos no Rio Grande do Norte e nos estados próximos.

As portas do mercado árabe começaram a ser abertas recentemente, depois que a AE Negócios Internacionais participou, em dezembro do ano passado, como expositora da Sial Middle East, feira de alimentos em Abu Dhabi, nos Emirados. Além da primeira venda para o Kuwait citada acima e da visita agendada de uma trading dos Emirados ao Brasil, a AE passou a ter, depois da Sial, uma pessoa para divulgar a tapioca e o açaí junto a importadores nos Emirados (Fonte: Agência de Notícias Brasil-Árabe)

domingo, 3 de fevereiro de 2019

ACC: Vietnã segue firme

A castanha de caju está entre os 13 principais produtos agrícolas do Vietnã. Somente em 2018 o país exportou US $ 3,43 bilhões em amêndoa de castanha de caju (ACC).

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Maiores importadores da amêndoa cearense

Segundo relatório divulgado recentemente pela Adece (Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará), são os seguintes os maiores importadores da amêndoa de castanha de caju cearense:

1. EUA (53,1%)
2. Holanda (9,5%)
3. Canadá (8,2%)
4. México (4,3%)
5. Argentina (4%)
6. França (2,8%)
7. Alemanha (2,5%)
8. Itália (2,3%)
9. Chile (2,1%)
10. Austrália (1,7%)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Amêndoa de caju: tamanho é documento?

Amêndoa de qualidade é a que se apresenta alva, inteira e de maior tamanho. Certo? Hoje pode ser. Mas dentro de muito pouco tempo a qualidade terá de atender outros requisitos além dos acima descritos. 

O mercado consumidor de amêndoas está cada vez mais exigente em relação às Boas Práticas de Fabricação e já começa a tomar consciência que de forma geral o produto é submetido, mundialmente, a um excessivo manuseio humano no seu processamento, geralmente sob precárias condições de higiene. O consumidor europeu (e americano) começa a entender que de nada adianta uma castanha ser produzida sob um sistema de produção orgânico se ela for processada sem nenhum cuidado básico de higiene. 

Negligenciadas numa boa parte dos países onde a castanha é processada, as Boas Práticas de Fabricação já são implantadas em algumas indústrias brasileiras que visam, sobretudo, a certificação da amêndoa que processam. Quem partir na frente certamente sairá ganhando, afinal não se pode esquecer que a amêndoa de castanha de caju é um alimento.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Índia quer criar marca para sua castanha

Com as exportações indianas de amêndoa de caju atravessando uma das piores quedas dos últimos tempos, a indústria daquele país está planejando um exercício de branding para promover a amêndoa indiana.

Os dados do Conselho de Promoção de Exportação de Caju da Índia (CEPCI) mostram uma queda de 32 % nos embarques para o exterior nos últimos seis meses  em relação ao mesmo período do ano passado, correspondente a 30.805 toneladas. As receitas também caíram 32% para o período, apesar de um aumento marginal no valor unitário.

A amêndoa indiana perdeu o seu domínio nos EUA, até então seu maior mercado, para o Vietnã, que conseguiu aumentar sua participação vendendo a preços mais baixos. "O Vietnã agora responde por 76% das importações de amêndoa de caju feitas pelos EUA, onde a Índia era o principal fornecedor", afirma RK Bhoodes, presidente da CEPCI.

O Vietnã corta os custos empregando mecanização extensiva. “O Vietnã vende 20 centavos por libra menos que as indianas. Mas em termos de qualidade, as amêndoas indianas são superiores ”, defende Bhoodes. A indústria do caju está planejando promover a marca indiana de caju em nível premium para reviver a glória anterior do caju indiano no mercado americano. "Estamos olhando para uma conexão emocional em marketing com tags como "Se você comprar a amêndoa de caju indiana você apoiará 1 milhão de trabalhadores ", complementa.

A CEPCI colocará essa sugestão na cúpula global do caju na Índia, em fevereiro, juntamente com outras demandas, como apoio financeiro para a indústria, já que o aumento do custo de produção forçou o fechamento de muitas fábricas de processamento em Kerala e medidas para controlar a entrada de amêndoa de caju importada no mercado indiano que é atualmente o maior consumidor.(Fonte: ET Markets)

sábado, 22 de dezembro de 2018

Vietnã: U$ 3,7 bi em exportações de amêndoa em 2018

A indústria de processamento de castanha do Vietnã, segundo previsões da Associação de
Cajucultores do Vietnã (Vinacas), continuará a enfrentar dificuldades no processamento e comercialização de amêndoa de castanha de caju (ACC) no próximo ano. 

Quanto aos preços, ainda segundo a Vinacas, devem permanecer inalterados a partir de agora até março/abril de 2019. Este ano, os comerciantes e processadores de na Europa e nos EUA não importaram tanta castanha in natura dos países estrangeiros quanto nos anos anteriores. Isso criou uma situação difícil para os exportadores de amêndoa vietnamitas.

Novos mercados
A Vinacas tem recomendado que os produtores locais busquem novos mercados para exportação em 2019. Ao mesmo tempo, a indústria local precisa melhorar a competitividade e atender aos padrões de higiene e segurança alimentar para atender aos requisitos de de exportação.

A Associação informou também que o Vietnã exportou 342 mil toneladas de ACC nos primeiros 11 meses do ano, faturando US $ 3,1 bilhões. Esses números subiram 5,9% em volume, mas caíram 3,1% em relação ao ano anterior.

O preço médio de exportação da ACC vietnamita em novembro atingiu US $ 7.865 por tonelada, queda de 7,2% em relação a outubro. Este preço nos primeiros 11 meses caiu 8% para US $ 9.115 por tonelada comparado com o ano anterior.

Principais compradores
Os EUA, a Holanda e a China continuam sendo os três maiores mercados de exportação para a amêndoa vietnamita, respondendo por 37,5%, 12,3% e 11,6%, respectivamente.

A Vinacas acrescentou que a demanda e os preços da ACC exportada para a China caíram significativamente, demonstrando que a China provavelmente ainda tem estoque suficiente para o próximo Ano Novo Lunar.

Apesar das dificuldades enfrentadas em 2018, o Vietnã deve faturar entre US $ 3,5 e 3,7 bilhões de dólares em exportações de amêndoa de castanha de caju este ano, de acordo com a Vinacas. (Fonte: Viet Nam News)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Como popularizar o consumo de amêndoa de caju?

No vídeo desta quarta-feira continuamos insistindo num ponto que precisa de uma maior atenção daqueles que integram a cadeia produtiva do caju: os preços da amêndoa de castanha de caju praticados no mercado interno. Assista e envie-nos os seus comentários.Vale lembrar que todos os vídeos aqui divulgados ficam disponíveis no Canal da Cajucultura. Inscreva-se e assista em primeira mão os vídeos aqui divulgados.


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

É possível aumentar o consumo da amêndoa de caju?


Em postagem anterior comentei sobre a necessidade de aumentar o consumo interno da amêndoa de caju para assegurar a sustentabilidade futura do agronegócio caju na região Nordeste.

No Vídeo da Semana, que será disponibilizado amanhã (quarta-feira), volto ao assunto com novos elementos para reflexão. Um dos pontos destacados é o que se refere ao preço cobrado pelo quilo de castanha nas grandes redes de supermercados.

Para exemplificar, no último domingo (16/12), uma grande rede de supermercado de Fortaleza cobrava R$ 20,99 por 150 gramas de castanha torrada e salgada (ver foto); ou seja, R$ 140,00 por quilo do produto que, diga-se de passagem, não poderia ser classificado como de primeira qualidade. Paradoxalmente, logo ao lado, exibia embalagens de amendoim torrado, sem casca e salgado em embalagens de 180 g ao preço de R$ 9,99  (ver foto), equivalente a R$ 55,50 por quilo do produto.   Óbvio que não é possível fazer comparações sobre o processo de produção dos dois produtos. Mas não custa lembrar que ambos estão na categoria de "snacks". Significa que na hora de comprar é inevitável que o consumidor faça a comparação de preços.

Sabe-se que a carga tributária nesse país não é algo trivial;  mas, mesmo assim, como justificar que o preço de um produto processado, por assim dizer, "no quintal de casa", sem percorrer grandes distâncias, se multiplique por três e até quatro vezes ao chegar ao consumidor final? 

Como conquistar o mercado interno com com essa política de preços? Este será o tema do Vídeo desta quarta-feira.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Quem consome mais amêndoa de caju?

Segundo dados do Anuário Estatístico 2017-2018 do INC (International Nut and Dried Fruit Council Foundation), os principais países consumidores de amêndoa de castanha de caju  (consumo estimado em quilos per capita/ano) são os seguintes:
- Austrália - 1,365
- EUA – 1,347
- Nova Zelândia – 1,206
- Suécia – 1,114
- Alemanha – 1,097

Amanhã, no vídeo da semana, complementaremos este assunto em mais detalhes, com o tema "Mercado da amêndoa de castanha de caju".

sábado, 27 de outubro de 2018

Panorama das exportações no Vietnã


Nos primeiros nove meses de 2018, o Vietnã exportou 271.669 toneladas de amêndoa de castanha de caju (ACC), faturando 2,54 bilhões de dólares, um aumento de 5,1% em volume, mas queda de 1% no faturamento em relação ao mesmo período do ano passado.
Os Estados Unidos são os maiores consumidores da ACC do Vietnã, respondendo por mais de 38% do volume total exportado pelo país, alcançando 104.030 toneladas, equivalente a 973,54 milhões de dólares, alta de 12, 4% em volume e 4,6% no faturamento em relação ao mesmo período de 2017. No entanto, os preços de exportação para este mercado diminuíram 7%, em média.
A ACC exportada para os Países Baixos representou 11,5% do total das exportações de ACC do país e representou 12,2% do volume de negócios total, atingindo 31.295 toneladas.
As exportações para a China caíram 1,3% em volume e 7% no volume de negócios, para 30.198 toneladas.
O mercado do Reino Unido representou 4% do faturamento total e total das exportações de todo o país, alcançando 10.776 toneladas, o equivalente a 97,52 milhões de dólares, com queda de 12,6% em volume e 16,8% no faturamento para o mesmo período do ano passado.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Vietnã: mais 300 mil toneladas de castanha


O Vietnã precisará importar mais de 300 mil toneladas de castanha  in natura até o final do ano para processar a demanda dos importadores. Cao Thục Uy, CEO da Cao Phát Co Ltd, uma das maiores processadoras e exportadoras de amêndoa de caju do país, disse que o país importou no ano passado 1,3 milhão de toneladas de castanha in natura.  Nos primeiros oito meses deste ano, foram importadas 825 mil toneladas, a maioria de países da África Ocidental. "Se o volume de exportação deste ano for igual ao do ano passado, precisaremos importar 300 mil toneladas", disse Uy.

O Vietnã exportou 353.000 toneladas de castanha de caju processada em 2017. Nos primeiros oito meses deste ano foram exportadas 242 mil toneladas. O país é líder global em processamento e tecnologia de processamento de amêndoa de caju e também o maior importador de castanha in natura, respondendo por um terço da produção global de ACC.


terça-feira, 9 de outubro de 2018

10ª Conferência Internacional do Caju

10ª Conferência Internacional do Caju 
(Foto: Xuân Hương)
Uma das principais conclusões da 10ª Conferência Internacional do Caju, encerrada no Vietnã, em Hạ Long City, este final de semana, foi a de que “a estabilidade de preços é necessária para garantir o crescimento sustentado do mercado da amêndoa de castanha de caju (ACC) e os benefícios para as partes interessadas na cadeia produtiva como um todo”. 
Após um período de aumento constante, os preços globais da ACC caíram acentuadamente, causando dificuldades para as partes interessadas no setor. Segundo os participantes do encontro, os altos preços do ano passado fizeram com que os consumidores mudassem para outras nozes.
Wim Schipper, diretor de castanhas e ingredientes da Intersnack Procurement BV, uma subsidiária do Intersnack Group da Alemanha, disse que devido a subsequentes alta de preços, os torrefadores tiveram que aumentar seus preços duas vezes para vendas em 2017 e 2018, resultando em “destruição de demanda” e na redução nas vendas no varejo da castanha. Para ilustrar, a importação de ACC pela União Europeia que teve um crescimento constante de 2015 a 2017 e até mesmo nos primeiros cinco meses deste ano, reduziu significativamente a partir de junho. Para este ano, as vendas no varejo na UE devem cair 10%.