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segunda-feira, 20 de maio de 2019

De olho nos desfolhadores


Mês de maio encaminhando-se para o final com junho quase batendo à porta. É hora de ficar atento para os vilões das folhas novas do cajueiro: os insetos desfolhadores, especialmente no Ceará e Rio Grande do Norte. Aqui no Blog da Cajucultura, por meio de pesquisa no próprio Blog, o leitor poderá encontrar publicações sobre o assunto. No Canal da Cajucultura, de igual modo, também existem alguns vídeos sobre o tema. Vale a pena ficar por dentro do assunto.

Na foto acima, de autoria de Antonio Lindemberg  M. Mesquita, podemos ver um desses vilões: o "Besouro-vermelho-do-cajueiro", Crimissa cruralis Stal. 

Uma boa semana a tod@s!

sexta-feira, 8 de março de 2019

Monitoramento de pragas no cajueiro

Fique por dentro dos princípios básicos do Monitoramento de Pragas na Cultura do Cajueiro, assistindo o mais recente vídeo do Canal da Cajucultura no YouTube. Em apenas 12 minutos o entomologista da Embrapa, Antonio Lindemberg Mesquita, resume o que há de mais importante sobre este tema.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

O cajueiro é resistente à seca?

Quer saber a resposta? Assista o vídeo abaixo e veja os nossos comentários sobre esta questão. Inscreva-se no Canal da Cajucultura, curta os nossos vídeos e envie os seus comentários sobre os temas apresentados, bem como sugestões de assuntos a serem abordados no referido Canal.


domingo, 13 de janeiro de 2019

Caju, do Maranhão para o mundo

O nome inglês ‘cashew’ é derivado da palavra portuguesa de pronúncia similar, ‘caju’, que por sua vez provém da palavra indígena ‘acaju’. Em alguns países da América Latina é chamado ‘marañon’, provavelmente devido ao nome da região onde foi visto pela primeira vez, o estado do Maranhão, no meio norte do Brasil.

Presume-se que o cajueiro chegou em Goa, principal colônia de Portugal nas Índias Orientais, entre 1560 e 1565. Os portugueses levaram a planta para a Índia, entre 1563 e 1578. Depois da Índia foi introduzida no sudeste asiático, chegando à África durante a segunda metade do século XVI, primeiro na costa leste e depois na oeste e por último nas ilhas.

O resto da história todos conhecem: a Índia e o Vietnã são hoje são os maiores exportadores mundiais de amêndoa de castanha de caju. 

A gravura acima é considerada a ilustração mais antiga sobre o cajueiro, feita pelo monge francês André Thevet quando de suas andanças pelo litoral do Nordeste, em 1557

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

O poeta e sua obra

Atendendo a pedidos de leitores deste Blog, transcrevo alguns versos do recém-lançado cordel do poeta Gerardo Frota, mais conhecido como Pardal (foto), tecendo loas ao caju.
Pardal e sua obra, em dia de lançamento no Museu do Caju

"Anacardium occidentale"
é o nome binomial
Do famoso cajueiro
Uma planta tropical
Tem origem no Brasil
Ele é quase nacional

O que vou dizer você veja
Até cachaça e cerveja
Do caju são fabricados
Picolé, sorvete e creme
O cabra come que geme
São os famosos gelados

Alimentos nutritivos
Na castanha são ativos
São ricas em proteínas
Fibras e sais minerais
Potássio, ferro e outros mais
Sem falar nas vitaminas

Tem usos medicinais
Diabetes, doenças renais
Reduz o colesterol
Alivia o reumatismo
Na escuridão do artritismo
A castanha é como o sol

sábado, 10 de novembro de 2018

O caju na literatura de cordel

Neste domingo, dia 11, no Museu do Caju, o Poeta Gerardo Carvalho Frota, mais conhecido como Pardal, fará o lançamento de mais uma obra da literatura de cordel: "Museu do Caju, valorizando e promovendo a cultura do caju cajueiro no Ceará".

O piauiense Pardal, além de poeta, é professor, escritor, cordelista e trovador. É graduado em Filosofia e Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal do Ceará e especialista em Tecnologia Educacional.

Pardal é sócio-fundador do Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste (CECORDEL) localizado em Fortaleza (CE).