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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Amêndoa de caju: tamanho é documento?

Amêndoa de qualidade é a que se apresenta alva, inteira e de maior tamanho. Certo? Hoje pode ser. Mas dentro de muito pouco tempo a qualidade terá de atender outros requisitos além dos acima descritos. 

O mercado consumidor de amêndoas está cada vez mais exigente em relação às Boas Práticas de Fabricação e já começa a tomar consciência que de forma geral o produto é submetido, mundialmente, a um excessivo manuseio humano no seu processamento, geralmente sob precárias condições de higiene. O consumidor europeu (e americano) começa a entender que de nada adianta uma castanha ser produzida sob um sistema de produção orgânico se ela for processada sem nenhum cuidado básico de higiene. 

Negligenciadas numa boa parte dos países onde a castanha é processada, as Boas Práticas de Fabricação já são implantadas em algumas indústrias brasileiras que visam, sobretudo, a certificação da amêndoa que processam. Quem partir na frente certamente sairá ganhando, afinal não se pode esquecer que a amêndoa de castanha de caju é um alimento.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Baixa qualidade da castanha: problema global


Processadores de castanha vietnamitas reclamam da castanha africana, afirmando que a matéria prima é geralmente de qualidade inferior à declarada nos contratos e, como resultado, incorrem em perdas.
Phạm Văn Công, presidente da Vinacas (Associação Vietnamita para o Caju), afirma que a partir de 2019 a associação usará o padrão nacional do Vietnam (TCVN) para as importações de castanha in natura. Em consequência, as importações deverão atender a requisitos como classificação, aspectos sensoriais, propriedades físicas e segurança alimentar.