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sábado, 12 de janeiro de 2019

Sábado é dia de doce de caju ameixa

Trazemos neste sábado a receita típica do famoso doce de caju ameixa muito conhecido no Nordeste. A receita vem da cidade de Batalha, no Piauí, um dos grandes produtores brasileiros de castanha de caju.


domingo, 23 de dezembro de 2018

Pio IX fatura R$ 10 mi com produção de caju

Piauí, região de Pio IX
Segundo informações contidas no trabalho “Cajucultura no Semiárido Piauiense: Sistemas Agrários e Dinâmica Espacial”, de Paulo Gustavo de Alencar, a partir de dados de 2016, o município de Pio IX (área em vermelho no mapa) teve uma área plantada de 18.487 hectares, uma produção de 3.327 toneladas e um faturamento de R$ 10,979 milhões.

Paulo Gustavo de Alencar afirma que o municipio de  Pio IX continua sendo o principal produtor de castanha do Estado, além de possuir a maior área colhida e valor da produção.

Cooperativismo como estratégia de desenvolvimento 

O pesquisador ressalta que o cooperativismo como estratégia de desenvolvimento da cajucultura na microrregião de Picos foi importante para recuperação da cajucultura com foco no beneficiamento de castanha, via criação da COCAJUPI. Acrescenta que a cajucultura é uma das principais atividades econômicas para o Piauí, pela geração de trabalho, renda e divisas em situações adversas. Paulo Gustavo afirma que cajucultura tem passado por crises, mas a redução da área colhida no Piauí tem sido atribuída ao longo período de estiagem. Para ele, as ações institucionais para o desenvolvimento da cajucultura têm sido pontuais e desarticuladas, e as pesquisas, geralmente, desconsideram o contexto socioeconômico e ambiental da região produtora.





sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Piauí: programa da ONU investe no semiárido

Na semana passada, uma equipe do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), das Nações Unidas, visitou oito cidades do interior do Piauí para avaliar os resultados do programa Viva o Semi Árido e planejar novas ações. O objetivo é diminuir os índices de extrema pobreza na zona rural do Estado. O projeto conta com US$ 40 milhões, provenientes de aportes dos países membros da ONU, sendo voltado a mulheres, jovens e comunidades quilombolas de 89 municípios do Piauí. 
 Viva o Semi Árido (Foto: Divulgação/FIDA)
Apoiados pelo Programa os moradores são incentivados a cultivar hortas, com orientações sobre quais espécies têm mais condição de resistir ao clima do semiárido. Para isso, contam com assistência para desenvolver métodos de irrigação, por meio de equipamentos de reutilização da água e construção de cisternas.
São oferecidos ainda cursos de elaboração de projetos, manejo alimentar e sanitário, gestão financeira, técnicas de cultivo de mel orgânico e de atividades pecuárias tradicionais da região. Muitos moradores começaram a participar de cooperativas que processam e vendem castanha de caju e mel. A castanha tem sido exportada para a Itália e o mel é vendido em sachês para o mercado nacional (com informações do Globo Rural).