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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Caju na Feira do Conhecimento 2018

Começa nesta quarta-feira, 21, indo até sábado, 24, a Feira do Conhecimento 2018. O evento acontece em Fortaleza, no Centro de Eventos.

Na edição deste ano a Embrapa apresentará tecnologias que aumentam a produtividade e a rentabilidade da cadeia produtiva do caju, como por exemplo a cajuína orgânica em lata, podadeira mecânica, maquete de mini-fábrica de processamento de amêndoas de castanha de caju, dentre outras.

A participação é gratuita, e contará com palestras, oficinas, demoday, hackaton, campeonato de robótica, corrida de drones, mostra de games, estação de jogos analógicos e digitais, sessões no planetário móvel, dentre outros.

A expectativa dos organizadores é reunir cerca de 10 mil pessoas, entre jovens empreendedores, empresários, estudantes, professores e pesquisadores, profissionais da área de tecnologia, gestores e comunidade em geral.

Mais informações, clique aqui.

domingo, 18 de novembro de 2018

A imagem do domingo: "A vendedora de caju"

A imagem deste domingo mostra-nos uma aquarela do famoso pintor Jean Baptiste Debret. Nascido em 18 de abril de 1768, na França, Debret é conhecido até hoje como o pintor que retratou o cotidiano dos escravos no Brasil, atribuindo-lhes personalidade, como na aquarela “Negra tatuada vendendo caju” de 1827.
“Negra tatuada vendendo caju”, Debret (1827).
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sábado, 10 de novembro de 2018

O caju na literatura de cordel

Neste domingo, dia 11, no Museu do Caju, o Poeta Gerardo Carvalho Frota, mais conhecido como Pardal, fará o lançamento de mais uma obra da literatura de cordel: "Museu do Caju, valorizando e promovendo a cultura do caju cajueiro no Ceará".

O piauiense Pardal, além de poeta, é professor, escritor, cordelista e trovador. É graduado em Filosofia e Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal do Ceará e especialista em Tecnologia Educacional.

Pardal é sócio-fundador do Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste (CECORDEL) localizado em Fortaleza (CE). 

domingo, 4 de novembro de 2018

A imagem do domingo: Caju da Guiné Bissau

A imagem deste domingo vem da África, da longínqua Guiné Bissau. Na foto de Pascal Fletcher/Reuters, são mostrados cajus de cores diferentes, tendo ao fundo uma estrada de terra, margeada por cajueiros, a oeste da capital Bissau. 
Foto: Pascal Fletcher/Reuters
A castanha de caju é a principal produto de exportação da Guiné-Bissau, uma antiga colônia portuguesa entre o Senegal e a Guiné. As famílias de agricultores da Guiné-Bissau usam os rendimentos de suas vendas de castanha para comprar arroz, sua dieta diária preferida.
Assim, os preços comparativos destes dois produtos - um deles um snack apreciado em países ricos, o outro um alimento básico em todo o mundo - engendram a matemática da sobrevivência para a maioria da população rural da Guiné-Bissau.
A maior parte da safra é enviada para a Índia e Vietnã, que processam as castanhas para venda com valor agregado para os mercados americano, asiático e europeu.


domingo, 28 de outubro de 2018

É tempo de colheita

Outubro é mês de colheita de caju no Ceará. As previsões indicam que a safra de castanha deste ano deve superar as expectativas. Nas fotos abaixo a variedade CCP 51, do maturi ao fruto pronto para colheita. Um bom domingo a todos.
CCP 51 - maturi
CCP 51 - fruto apto para colheita

A imagem do domingo: "O Galo de Campina e o Caju"

Pássaro de bom gosto, o Galo de Campina saboreia deliciosos cajus, tendo o cajueiro como sombra. Tive a felicidade de capturar esta imagem em julho deste ano na Fazenda Pimenteira, pertencente à Cione, do saudoso amigo Jaime Aquino.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Embrapa desenvolve óleo a base de amêndoa da castanha-de-caju

(Agência Embrapa de Notícias) Um óleo rico em ácidos graxos insaturados, com sabor e aroma característicos da amêndoa da castanha-de-caju, está em fase final de desenvolvimento nos laboratórios da Embrapa Agroindústria Tropical (CE). Recomendado para uso em saladas e finalização de pratos, o produto é uma alternativa ao azeite de oliva ou a outros óleos de amêndoas como macadâmia e castanha-do-pará. Para que o produto chegue ao mercado, ainda são necessários estudos de ampliação de escala para produção industrial. A Embrapa firmou contrato com uma empresa para realizar essa etapa da pesquisa e a previsão é que os trabalhos sejam concluídos no próximo ano.
Foto: Verônica Freire
Além de fazer bem à saúde, o novo óleo resolve um problema da indústria de processamento de caju: a agregação de valor às amêndoas quebradas. No sistema mecanizado, a quebra chega a 40%, o que derruba o preço das amêndoas pela metade. O novo produto seria um destino nobre às partes quebradas e incrementaria a renda dos produtores.
A pesquisadora da Embrapa Janice Lima, que atua no desenvolvimento do produto, explica que o óleo apresenta qualidade sensorial diferenciada e rico valor nutricional. Por isso, pode ser comercializado como produto final com alto valor agregado. “É um óleo gourmet, utilizado para finalização de pratos”, completa o engenheiro de alimentos da Embrapa Raimundo Marcelino da Silva Neto.
O produto é obtido por prensagem a frio. “A prensagem de grãos oleaginosos é um método rápido, fácil e de baixo custo para a obtenção de óleos, oferecendo uma alternativa de agregação de valor para os sistemas de produção da agricultura familiar”, revela a pesquisadora. O processo de extração apresentou bom rendimento e ficou dentro dos padrões exigidos na legislação brasileira para acidez e índice de peróxidos.
Em testes de análise sensorial, quando comparado ao óleo de macadâmia e ao de castanha-do-pará, o de castanha-de-caju saiu-se melhor nos quesitos aroma e aceitação global (veja quadro).


Arte: Eduardo Pinho

Tempo de prateleira

Também foi avaliada a estabilidade do óleo em embalagens de vidro e PET. Os testes foram realizados à temperatura ambiente por 230 dias. Os resultados indicaram que o produto pode ser armazenado nas embalagens testadas, dependendo de sua qualidade inicial, por cinco a sete meses sem grandes alterações na acidez e índice de peróxidos. Durante todo o armazenamento, a aceitação sensorial tanto para aroma como para sabor foi em média de sete, correspondendo na escala hedônica ao termo “gostei”, em uma escala que vai até o nove.
Para que as indústrias possam produzir o óleo de amêndoa de castanha-de-caju, ainda são necessários estudos para ampliação de escala de produção. Nessa fase, é montada uma linha de produção industrial para avaliação e adaptação de equipamentos, matéria-prima, rendimento e determinação da vida de prateleira. “Os estudos realizados no laboratório são validados nessa fase, em escala-piloto”, diz o engenheiro de alimentos da Embrapa Raimundo Marcelino da Silva Neto.



segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Caju com pimenta?

Não. Não é o nome de uma nova banda de forró. Trata-se de um dia de campo sobre o cultivo consorciado do cajueiro com a pimenta tabasco que será realizado amanhã, 9/10, no Campo Experimental do Curu (Paraibapa – CE), numa promoção da Embrapa Agroindústria Tropical.
Um boa oportunidade para produtores, técnicos e interessados conhecerem as vantagens do cultivo consorciado e a utilização da pimenta tabasco na fabricação de geleias, molhos e conservas. Excelente agenda para esta terça-feira.