Mostrando postagens com marcador caju. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador caju. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Benefícios do caju na alimentação


Segundo a nutricionista Liliam Teixeira, o caju é uma excelente opção para agregar nutrientes à dieta, seja ela de perda de peso e/ou emagrecimento. A seguir alguns benefícios apontados pela nutricionista, decorrentes do consumo de caju:

Caju fortalece sistema imunológico, sangue e ossos
Dentre os vários nutrientes do caju, a vitamina C é quem mais se destaca. Segundo a Dra. Liliam, sua composição é, em média, cinco vezes maior do que na laranja, o que dá reforço significante ao sistema imunológico. "O caju é rico em vitamina C, tendo em torno de 220 mg por unidade", revela a especialista.

Além da vitamina C, que já é conhecida por fortalecer nosso organismo, a fruta também contém zinco, que desempenha um papel vital no fortalecimento do sistema imunológico contra infecções e na cicatrização de feridas, e é extremamente importante durante a gravidez para o crescimento da criança. E, para completar, o caju e ainda tem ferro e cálcio, minerais eficazes de combate à anemia e fortalecimento dos ossos.

O caju protege o coração e as amêndoas evitam doenças cardiovasculares
O teor de gordura do caju é menor do que a maioria das outras frutas e, por isso, é ótimo para a saúde do coração. Segundo estudos, ela ajuda e reduzir os níveis de triglicerídeos, que, quando elevados, aumentam a incidência de doenças cardíacas. As amêndoas de castanha de caju também são ricas em antioxidantes, que diminuem o risco de doenças cardiovasculares.

Propriedades anti-inflamatórias
O caju tem muitos flavonoides, pigmentos que possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, antimicrobianas, antitumorais, ateroscleróticas, entre outras: "Ela é rica em licopeno e betacaroteno, que ajudam na prevenção de alguns tipos de câncer, assim como o cardanol e o ácido anacárdico", destaca Liliam.

Dá mais energia para fazer exercícios
Para atletas de exercícios de resistência, o caju é um alimento indispensável. Ele é rico em aminoácidos de cadeia ramificada (conhecidos como BCAA), que aumentam a capacidade de utilização da gordura como fonte de energia e assim melhorando a capacidade física. O BCAA aumenta o glicogênio hepático e muscular, o que culmina numa maior utilização da gordura como fonte energética durante o exercício.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Caju turbina a saúde



Já nas bancas o livro "50 plantas e frutos que turbinam a saúde" (fotos), das jornalistas Regina Célia Pereira e Thaís Manarini, da Editora Abril.


Experts em nutrição, as jornalistas Regina e Thaís fazem uma saborosa viagem de Norte a Sul do país por frutos e plantas que, em comum, têm o Brasil como berço, destacando várias espécies que já frequentam a nossa cozinha. Tive a satisfação de ser entrevistado pela Regina Pereira na fase de produção do livro e falar um pouco sobre o nosso caju (uma das 50 listadas no livro). 

Ricamente ilustrado pelo Rômolo D’Hipólito (o caju está na capa), vale a pena adquirir o livro e fazer esta viagem de cores, aromas, sabores e nutrientes. 


PS: Regina, obrigado. Recebi o meu exemplar.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Caju, um alimento sagrado



Reproduzo abaixo trecho de um trabalho dos craques da literatura de cordel Antônio Klevisson Viana e Rouxinol do Rinaré, em trabalho publicado pela Maguary, no início dos anos 2000: 

"O caju é para nós
Um alimento sagrado
Quando Deus fez o caju
Se encontrava iluminado
Pois dele nada se perde
Tudo é bem aproveitado"

Os poetas sabem das coisas. Pena que o caju permaneça invisível para os formuladores de políticas públicas da região Nordeste.(imagem: VectorStock)

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Caju: fruto ou falso fruto?

Qual é o verdadeiro fruto do cajueiro? O caju ou a castanha? Quer saber a resposta e o porquê? Assista amanhã ao mais novo vídeo do Canal da Cajucultura: "Caju: fruto ou falso fruto?

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Caju: desperdício é universal

Grande produtor mundial de castanha, a Costa do Marfim desperdiça praticamente toda a produção de pedúnculo pela falta de conhecimento em relação aos seus diversos usos e também devido a tabus alimentares. Na foto, na região de Niakara, centro norte do país, um agricultor realiza a operação de descastanhamento (Foto: Agence Ivoirienne de Presse) .


domingo, 10 de fevereiro de 2019

Caju: 500 perguntas e 500 respostas


A partir de hoje, e a cada domingo, disponibilizaremos para download neste Blog uma publicação técnica sobre a cultura do cajueiro.


O livro de hoje é  uma leitura indispensável para quem pretende mergulhar no mundo da cajucultura. Trata-se do “Caju : o produtor pergunta, a Embrapa responde“. 

Escrito em linguagem simples, traz as respostas para as  principais questões diárias enfrentadas pelo cajucultor. 

Super recomendo. Boa leitura. Clique no link abaixo para ter acesso ao livro.

Livro Caju: o produtor pergunta, a Embrapa responde

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Vitamina C: laranja ou caju?

A laranja é sinônimo de vitamina C? Nem tanto. A acerola tem 40 vezes mais vitamina C do que a laranja. Na classificação da vitamina C, depois da acerola vem o caju, a manga, a goiaba. 

A laranja está em quinto lugar, conforme os números a seguir: acerola - 1.500 mg, caju - 200 mg, manga - 84 mg, goiaba - 67 mg, laranja - 40 mg. Que a acerola tem mais vitamina C que a laranja, isso já se sabia. E quanto ao caju? O organismo humano necessita de 60 miligramas de vitamina C por dia. Pois bem, num único copo de 200 ml de suco de caju existem 200 miligramas de vitamina C. Vamos divulgar?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Etanol e GNC a partir do caju

Em meio ao crescente apelo pelo combustível verde, o governo do estado de Maharashtra, localizado no oeste da Índia, se propõe a produzir etanol e gás natural comprimido (GNC) através da torta de castanha e do caju. O governo selecionou os distritos costeiros, Ratnagiri e Sidhudurg, grandes produtores de castanha, para implantar dois projetos pilotos. 

Um porta voz do governo afirmou que "O caju pode ser usado para produzir etanol após a fermentação e ser usado como combustível para automóveis. Além disso, a torta de caju é matéria-prima para a produção de GNV, biogás, ração e itens de confeitaria". Em dois projetos piloto em Ratnagiri e Sindhudurg, o governo avaliará a viabilidade econômica do etanol e do GNV e a sua produção comercial.

Harish Kamble, promotor da indústria de castanha de caju Swami Samarth, estimou que o estado pode produzir 450 mil litros de etanol a partir de 2,2 milhões de toneladas de caju por ano. No entanto, ele disse que o estudo ainda está em andamento para estimar a produção de GNV a partir da torta de caju.

Kamble disse que, devido à falta de instalações de processamento, o caju é desperdiçado a cada ano. "A produção comercial de etanol e GNV ajudará os produtores locais e, assim, transformará a economia da região de Konkan", acrescentou (Traduzido do artigo de Sanjay Jog/Daily News and Analysis, Mumbai).

No Brasil já existem vários estudos sobre o tema, conforme pode ser verificado em alguns dos trabalhos listados nos seguintes links: Etanol de caju, Etanol a partir de caju, Etanol de segunda geração.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Caju na Feira do Conhecimento 2018

Começa nesta quarta-feira, 21, indo até sábado, 24, a Feira do Conhecimento 2018. O evento acontece em Fortaleza, no Centro de Eventos.

Na edição deste ano a Embrapa apresentará tecnologias que aumentam a produtividade e a rentabilidade da cadeia produtiva do caju, como por exemplo a cajuína orgânica em lata, podadeira mecânica, maquete de mini-fábrica de processamento de amêndoas de castanha de caju, dentre outras.

A participação é gratuita, e contará com palestras, oficinas, demoday, hackaton, campeonato de robótica, corrida de drones, mostra de games, estação de jogos analógicos e digitais, sessões no planetário móvel, dentre outros.

A expectativa dos organizadores é reunir cerca de 10 mil pessoas, entre jovens empreendedores, empresários, estudantes, professores e pesquisadores, profissionais da área de tecnologia, gestores e comunidade em geral.

Mais informações, clique aqui.

domingo, 18 de novembro de 2018

A imagem do domingo: "A vendedora de caju"

A imagem deste domingo mostra-nos uma aquarela do famoso pintor Jean Baptiste Debret. Nascido em 18 de abril de 1768, na França, Debret é conhecido até hoje como o pintor que retratou o cotidiano dos escravos no Brasil, atribuindo-lhes personalidade, como na aquarela “Negra tatuada vendendo caju” de 1827.
“Negra tatuada vendendo caju”, Debret (1827).
.


sábado, 10 de novembro de 2018

O caju na literatura de cordel

Neste domingo, dia 11, no Museu do Caju, o Poeta Gerardo Carvalho Frota, mais conhecido como Pardal, fará o lançamento de mais uma obra da literatura de cordel: "Museu do Caju, valorizando e promovendo a cultura do caju cajueiro no Ceará".

O piauiense Pardal, além de poeta, é professor, escritor, cordelista e trovador. É graduado em Filosofia e Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal do Ceará e especialista em Tecnologia Educacional.

Pardal é sócio-fundador do Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste (CECORDEL) localizado em Fortaleza (CE). 

domingo, 4 de novembro de 2018

A imagem do domingo: Caju da Guiné Bissau

A imagem deste domingo vem da África, da longínqua Guiné Bissau. Na foto de Pascal Fletcher/Reuters, são mostrados cajus de cores diferentes, tendo ao fundo uma estrada de terra, margeada por cajueiros, a oeste da capital Bissau. 
Foto: Pascal Fletcher/Reuters
A castanha de caju é a principal produto de exportação da Guiné-Bissau, uma antiga colônia portuguesa entre o Senegal e a Guiné. As famílias de agricultores da Guiné-Bissau usam os rendimentos de suas vendas de castanha para comprar arroz, sua dieta diária preferida.
Assim, os preços comparativos destes dois produtos - um deles um snack apreciado em países ricos, o outro um alimento básico em todo o mundo - engendram a matemática da sobrevivência para a maioria da população rural da Guiné-Bissau.
A maior parte da safra é enviada para a Índia e Vietnã, que processam as castanhas para venda com valor agregado para os mercados americano, asiático e europeu.


domingo, 28 de outubro de 2018

É tempo de colheita

Outubro é mês de colheita de caju no Ceará. As previsões indicam que a safra de castanha deste ano deve superar as expectativas. Nas fotos abaixo a variedade CCP 51, do maturi ao fruto pronto para colheita. Um bom domingo a todos.
CCP 51 - maturi
CCP 51 - fruto apto para colheita

A imagem do domingo: "O Galo de Campina e o Caju"

Pássaro de bom gosto, o Galo de Campina saboreia deliciosos cajus, tendo o cajueiro como sombra. Tive a felicidade de capturar esta imagem em julho deste ano na Fazenda Pimenteira, pertencente à Cione, do saudoso amigo Jaime Aquino.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Embrapa desenvolve óleo a base de amêndoa da castanha-de-caju

(Agência Embrapa de Notícias) Um óleo rico em ácidos graxos insaturados, com sabor e aroma característicos da amêndoa da castanha-de-caju, está em fase final de desenvolvimento nos laboratórios da Embrapa Agroindústria Tropical (CE). Recomendado para uso em saladas e finalização de pratos, o produto é uma alternativa ao azeite de oliva ou a outros óleos de amêndoas como macadâmia e castanha-do-pará. Para que o produto chegue ao mercado, ainda são necessários estudos de ampliação de escala para produção industrial. A Embrapa firmou contrato com uma empresa para realizar essa etapa da pesquisa e a previsão é que os trabalhos sejam concluídos no próximo ano.
Foto: Verônica Freire
Além de fazer bem à saúde, o novo óleo resolve um problema da indústria de processamento de caju: a agregação de valor às amêndoas quebradas. No sistema mecanizado, a quebra chega a 40%, o que derruba o preço das amêndoas pela metade. O novo produto seria um destino nobre às partes quebradas e incrementaria a renda dos produtores.
A pesquisadora da Embrapa Janice Lima, que atua no desenvolvimento do produto, explica que o óleo apresenta qualidade sensorial diferenciada e rico valor nutricional. Por isso, pode ser comercializado como produto final com alto valor agregado. “É um óleo gourmet, utilizado para finalização de pratos”, completa o engenheiro de alimentos da Embrapa Raimundo Marcelino da Silva Neto.
O produto é obtido por prensagem a frio. “A prensagem de grãos oleaginosos é um método rápido, fácil e de baixo custo para a obtenção de óleos, oferecendo uma alternativa de agregação de valor para os sistemas de produção da agricultura familiar”, revela a pesquisadora. O processo de extração apresentou bom rendimento e ficou dentro dos padrões exigidos na legislação brasileira para acidez e índice de peróxidos.
Em testes de análise sensorial, quando comparado ao óleo de macadâmia e ao de castanha-do-pará, o de castanha-de-caju saiu-se melhor nos quesitos aroma e aceitação global (veja quadro).


Arte: Eduardo Pinho

Tempo de prateleira

Também foi avaliada a estabilidade do óleo em embalagens de vidro e PET. Os testes foram realizados à temperatura ambiente por 230 dias. Os resultados indicaram que o produto pode ser armazenado nas embalagens testadas, dependendo de sua qualidade inicial, por cinco a sete meses sem grandes alterações na acidez e índice de peróxidos. Durante todo o armazenamento, a aceitação sensorial tanto para aroma como para sabor foi em média de sete, correspondendo na escala hedônica ao termo “gostei”, em uma escala que vai até o nove.
Para que as indústrias possam produzir o óleo de amêndoa de castanha-de-caju, ainda são necessários estudos para ampliação de escala de produção. Nessa fase, é montada uma linha de produção industrial para avaliação e adaptação de equipamentos, matéria-prima, rendimento e determinação da vida de prateleira. “Os estudos realizados no laboratório são validados nessa fase, em escala-piloto”, diz o engenheiro de alimentos da Embrapa Raimundo Marcelino da Silva Neto.



segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Caju com pimenta?

Não. Não é o nome de uma nova banda de forró. Trata-se de um dia de campo sobre o cultivo consorciado do cajueiro com a pimenta tabasco que será realizado amanhã, 9/10, no Campo Experimental do Curu (Paraibapa – CE), numa promoção da Embrapa Agroindústria Tropical.
Um boa oportunidade para produtores, técnicos e interessados conhecerem as vantagens do cultivo consorciado e a utilização da pimenta tabasco na fabricação de geleias, molhos e conservas. Excelente agenda para esta terça-feira.