sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Leite de vaca ou de castanha?

Cajucultura Podcast

Vitamina C: laranja ou caju?

A laranja é sinônimo de vitamina C? Nem tanto. A acerola tem 40 vezes mais vitamina C do que a laranja. Na classificação da vitamina C, depois da acerola vem o caju, a manga, a goiaba. 

A laranja está em quinto lugar, conforme os números a seguir: acerola - 1.500 mg, caju - 200 mg, manga - 84 mg, goiaba - 67 mg, laranja - 40 mg. Que a acerola tem mais vitamina C que a laranja, isso já se sabia. E quanto ao caju? O organismo humano necessita de 60 miligramas de vitamina C por dia. Pois bem, num único copo de 200 ml de suco de caju existem 200 miligramas de vitamina C. Vamos divulgar?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Cajueiro: resistente...mas nem tanto

Existe uma falsa crença de que o cajueiro, pelo fato de ser encontrado vegetando em ambientes extremamente adversos é uma planta pouco exigente e, desse modo, não necessita do emprego de insumos modernos (irrigação, adubos, corretivos agrícolas, etc). Isso talvez explique a baixa produtividade da cultura em algumas regiões do planeta. 

Contudo, os estudos realizados em instituições de pesquisa agrícola em vários países do mundo mostram que o cajueiro pode, de fato, sobreviver em ambientes adversos, mas com baixa produção. Para que expresse a sua máxima produtividade, é necessário que receba todos os cuidados demandados por qualquer espécie agrícola perene. As respostas em termos de produção de castanha são bastante expressivas. 

Caso tenha dúvida, é só conferir o vídeo que disponibilizei no Canal da Cajucultura no YouTube sobre o uso da fertirrigação e espaçamento ultra adensado em cajueiro numa região do Sul da Índia.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Dicas de manejo em cajueiro comum

No vídeo desta quarta-feira, no Canal da Cajucultura, falamos sobre alguns cuidados básicos a serem observados na condução de plantas de cajueiro comum. 

Infelizmente, grande parte das áreas plantadas com cajueiro no Brasil ainda é constituída pelo cajueiro comum (plantio por sementes). O ideal seria que estes pomares já tivessem passado por um completo processo de renovação, visto que são formados por plantas senescentes e de baixa produtividade. Enquanto isto não acontece, cuidemos do que temos.




terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Não ao plantio do cajueiro por sementes

A produtividade dos pomares de cajueiro no Brasil é uma das menores do mundo,  em decorrência, principalmente, do plantio feito por castanha na década de 70, quando inexistiam clones melhorados de cajueiro. 

Na atualidade, com os clones de cajueiro anão lançados pela Embrapa Agroindústria Tropical e com um razoável número de bons viveiristas, não se justifica que ainda se insista no emprego de sementes para o plantio direto no campo. 

A única forma de se obter pomares produtivos é com o plantio de mudas enxertadas. Fazer o contrário é retroceder no tempo em pelo menos três décadas, contribuindo ainda mais para a redução da competitividade da cajucultura brasileira no mercado internacional.



segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Cajucultura: profissionalização é o segredo

A desorganização da cadeia produtiva do caju na maioria dos países produtores pode ser apontada como um dos fatores responsáveis pelo seu status atual. 

Qual a solução? Não existem receitas prontas - o que se pode é refletir sobre os poucos casos de sucessos. De qualquer modo, os que teimam em continuar nesta atividade já têm em mente que a mesma não se sustenta apenas com o produto castanha. É necessário agregar valor, apostando em todos os coprodutos conhecidos do cajueiro. 

O Vietnã é um caso raro de sucesso nesta atividade. Em 1961 possuía pouco mais de mil hectares com o cajueiro, introduzido no país como árvore de sombra. Hoje, além de ser o maior exportador mundial de amêndoas de caju, busca também a liderança na produção mundial de castanha. Na briga pelo mercado europeu começa a ameaçar a até então inabalável Índia. Qual o segredo? Profissionalização do setor e muito, mas muito mesmo, trabalho de promoção e investimento interno e externo no setor.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Caju, do Maranhão para o mundo

O nome inglês ‘cashew’ é derivado da palavra portuguesa de pronúncia similar, ‘caju’, que por sua vez provém da palavra indígena ‘acaju’. Em alguns países da América Latina é chamado ‘marañon’, provavelmente devido ao nome da região onde foi visto pela primeira vez, o estado do Maranhão, no meio norte do Brasil.

Presume-se que o cajueiro chegou em Goa, principal colônia de Portugal nas Índias Orientais, entre 1560 e 1565. Os portugueses levaram a planta para a Índia, entre 1563 e 1578. Depois da Índia foi introduzida no sudeste asiático, chegando à África durante a segunda metade do século XVI, primeiro na costa leste e depois na oeste e por último nas ilhas.

O resto da história todos conhecem: a Índia e o Vietnã são hoje são os maiores exportadores mundiais de amêndoa de castanha de caju. 

A gravura acima é considerada a ilustração mais antiga sobre o cajueiro, feita pelo monge francês André Thevet quando de suas andanças pelo litoral do Nordeste, em 1557

sábado, 12 de janeiro de 2019

Sábado é dia de doce de caju ameixa

Trazemos neste sábado a receita típica do famoso doce de caju ameixa muito conhecido no Nordeste. A receita vem da cidade de Batalha, no Piauí, um dos grandes produtores brasileiros de castanha de caju.


Cajucultura ponto com ponto br

A partir de hoje estamos disponibilizando na Internet mais um mídia dedicada ao tema Cajucultura. Trata-se da homepage Cajucultura, site que criamos há exatos 20 anos, tendo sido a primeira mídia brasileira na web a abordar exclusivamente temas voltados para a cultura do cajueiro.

Totalmente repaginado, mas com o mesmo endereço (cajucultura.com.br), o site Cajucultura contemplará uma gama maior de assuntos, todos relacionados à cadeia produtiva do caju.  

Com este novo espaço, pretendemos agregar o conjunto de informações existentes na diversas mídias sociais que tratam do tema cajucultura, no sentido de facilitar o acesso de todos aqueles que buscam por informações/conhecimentos nesta área. 

Você que já acessa o Blog da Cajucultura, o Canal da Cajucultura e o Twitter Cajucultura, passa a contar a partir de hoje com este novo espaço nas mídias sociais: a homepage Cajucultura.