terça-feira, 21 de janeiro de 2020

CE, PI e RN: 90,5% da produção de castanha


Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, juntos, responderam por 91,8% da área colhida e 90,5% da produção de brasileira de castanha de caju em 2019. Oito estados brasileiros respondem pelos 9,5% da produção restante, a saber: Pernambuco (4.111 t), Maranhão (3.969 t), Bahia (3.000 t), Paraíba (921 t), Pará (718 t), Alagoas (370 t), Mato Grosso (80 t) e Tocantins (13 t).

Quando se comparam as áreas colhidas e as produções dos três maiores produtores (CE, PI e RN), verifica-se que o Ceará responde por 69% da área colhida e 69,5 da produção de castanha. Em nível nacional, o Ceará responde por 63,4% da área colhida e 62,9% da produção de castanha de caju. As informações são do Boletim mensal do Instituto Caju Brasil (janeiro de 2020). Para mais detalhes clique aqui para acessar o Boletim.

domingo, 19 de janeiro de 2020

Pastas de amêndoas de castanha de caju e amendoim



A publicação técnica deste domingo (Preparação e Características de Pastas de Amêndoas de Castanha de Caju e Amendoim) tem como autor principal a pesquisadora Janice Lima (Embrapa) e descreve as condições de preparação de diferentes formulações de pastas a partir de amêndoas de castanha de caju (ACC) e amendoim, assim como suas características físicoquímicas.

Clique aqui para baixar a publicação. Bom aprendizado e um excelente domingo.

sábado, 18 de janeiro de 2020

Aprenda a fazer cajuína

O vídeo com a receita à base de caju deste sábado vem do Canal Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e nos traz o mestre piauiense Lenildo Lima ensinando como fazer a famosa cajuína cristalina de Teresina.

A Produção Tradicional e Práticas Socioculturais Associadas à Cajuína no Piauí foi inscrita no Livro de Registro dos Saberes, pelo Iphan, em maio de 2014. O modo de fazer e as práticas socioculturais associadas à cajuína são bens imateriais devido, em grande parte, a sua imersão nos rituais de hospitalidade das famílias no Piauí.

Vamos assistir o vídeo e aprender mais esta forma de agregar valor à nossa cajucultura. Um bom sábado!




sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Baixe grátis o Boletim ICB Nº3 - o agronegócio caju em números


Leia na edição nº3 do Boletim ICB - o agronegócio caju em números:

• CE, PI e RN respondem por 90,5% da produção brasileira
• Camboja exportou 202 mil t de castanha em 2019
• Crescem as exportações de ACC do Vietnã para a China
• Perspectivas de safra pelo mundo
• Preços internacionais da castanha
• Consumo de ACC no Brasil

Clique aqui para baixar o Boletim ICB_3

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Castanha: preços internacionais em alta?


A principal safra de castanha de caju 2020 em âmbito mundial (Hemisfério Norte) começa em fevereiro e representa 75% da produção mundial. Alguns relatórios indicam que pode começar entre duas e quatro semanas mais tarde em algumas áreas, mas até o presente não há notícias adversas significativas.

Segundo a consultoria SAMSONS TRADERS, é muito cedo para prever a faixa de preço, mas o sentimento é de que os preços da castanha in natura abrirão em níveis altos porque os processadores internacionais não possuem muito estoque. E, como de costume, pagarão bônus pelas chegadas antecipadas, porque os rendimentos são maiores.

Quer saber mais sobre este assunto? Não deixe de ler a edição de janeiro do Boletim ICB - o agronegócio caju em números, que será disponibilizado amanhã neste Blog. Já leu os dois números anteriores? Clique aqui para baixar o número 1 e aqui para baixar o número 2.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Pardal e São Geraldo: a importância de agregar valor


O refrigerante de caju São Geraldo agora irá se tornar picolé. Em parceria com a Pardal, a marca de refrigerantes vai virar sabor de sorvete e passa a ser vendido a partir do dia 20 de janeiro em mercados do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A dobradinha entre as empresas não é de agora. Desde março de 2019 as duas planejam a parceria. De lá pra cá, foram feitos diversos testes com o xarope utilizado no refrigerante até conseguir transportar o sabor para o sorvete.

Para o gerente de marketing da Pardal, Erikson Nascimento, o grande desafio foi conseguir deixar o picolé com sabor característico da São Geraldo. “Não era possível simplesmente pegar o refrigerante e congelar", diz. (Fonte: O Povo)

Nota do Blog: Toda iniciativa no sentido de agregar valor à cajucultura e difundir o consumo do caju é sempre muito bem-vinda. Parabéns à Fábrica São Geraldo e a Pardal Sorvetes!


terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Camboja exportou 202 mil t de castanha em 2019


O Camboja (país do sudeste asiático) exportou 202.318 toneladas de castanha de caju in natura no ano passado para o mercado externo, quase 100% acima das 101.973 toneladas de 2018.

Os principais destinos de exportação de castanha de caju do Camboja são Vietnã, Rússia, Coréia do Sul, China, Peru, Mianmar, Índia, Austrália, Taiwan, Cingapura e Malásia.

A área destinada ao cultivo de castanha de caju totaliza 149.660 ha, abrangendo 22 províncias. Em 2018, o país assinou um memorando de entendimento com a Associação Vietnamita de Caju (Vinacas) para aumentar as exportações de castanha de caju do Camboja para um milhão de toneladas até 2028.

A ONG Suíça, Heks / Eper, anunciou o lançamento de um projeto de desenvolvimento de cinco anos e US $ 7,8 milhões para castanha de caju no Camboja, para melhorar a subsistência das famílias rurais. O projeto, que será implementado até 2022, deve aumentar a segurança alimentar, a renda e melhorar o sistema de gestão da terra para as comunidades pobres.