sábado, 18 de maio de 2019

Farofa de castanha de caju 

Neste sábado o Blog da Cajucultura traz uma receita super fácil de fazer: farofa de castanha de caju. Que tal experimentar?

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Pesquisadora é destaque internacional


A publicação anual “Global Cashew Women Entrepreneurs”, que reúne perfis de empreendedoras, produtoras e lideranças femininas da cajucultura mundial, traz pela primeira vez uma representante do Brasil: trata-se da pesquisadora Ana Cecília Castro (foto), da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza-CE). Em sua terceira edição, a coletânea faz um mapeamento da atuação de 31 mulheres em posição de destaque na cadeia produtiva do caju. A ação integra uma iniciativa social da companhia CashewInfo.com, especializada em informações globais sobre a cajucultura.


No texto de abertura do livro, Rita Weidinger, diretora-executiva da GIZ/Comcashew (empresa de fomento voltada para cajucultores), enumera os desafios enfrentados pelas profissionais em seu dia a dia: "Elas precisam gerir várias tarefas em suas famílias e empresas, indo além de seus próprios limites para atingir resultados positivos na cadeia produtiva: como agricultoras, pesquisadoras, processadoras, comerciantes e em muitos outros negócios. Não são caminhos sem armadilhas. Apesar dos vários desafios que enfrentam, essas mulheres inspiradoras florescem profissionalmente, fazendo com que outras pessoas queiram se juntar a elas".

Para Ana Cecília, a obra é importante por dar visibilidade o trabalho feminino em meio a uma atividade ainda predominantemente masculina, em especial no que diz respeito aos cargos de direção. Isso é ainda mais necessário, destaca, em países nos quais a luta pela igualdade entre homens e mulheres ainda não se encontra tão avançada quanto no Brasil.


A mão de obra feminina, segundo a pesquisadora, está concentrada em atividades relacionadas ao processamento da castanha de caju e às funções administrativas do negócio. Bióloga de formação com doutorado em Botânica, Ana Cecília divide seu tempo entre o laboratório e as áreas produtivas. Gestora do Banco Ativo de Germoplasma de Caju (BAG Caju), ela afirma que nunca deixou de ir a campo realizar e acompanhar experimentos pelo fato de ser mulher.(Ricardo Moura/Embrapa)

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Pesquisadores extraem substância antimicrobiana da casca da castanha do caju

Cerca de 65% da composição do Líquido da Casca de Castanha de Caju (LCC) é formada por ácidos anacárdicos, uma classe de substâncias com atividade antioxidante e antimicrobiana e alguns estudos mostram potencial de ação antitumoral e antiparasitária. Pesquisadores do Laboratório Multiusuário de Química de Produtos Naturais da Embrapa Agroindústria Tropical (CE) desenvolveram um processo para extrair, purificar e quantificar esses compostos, o que abre espaço para o surgimento de uma nova rota de exploração comercial na cajucultura.
Conforme o pesquisador da Embrapa Edy Brito, embora a atividade biológica dos ácidos anacárdicos seja conhecida desde a década de 1940, a fonte mais abundante dessas substâncias é desperdiçada. Nas grandes indústrias de beneficiamento de castanha de caju, a alta temperatura empregada no processamento degrada os ácidos presentes no LCC. Nas pequenas fábricas, embora não ocorra a degradação durante o processamento, as cascas, que correspondem a 70% do peso da castanha, quando não são descartadas, acabam alimentando fornalhas. “A queima é um problema, porque pode gerar gases tóxicos”, alerta o cientista.
O método de quantificação e de isolamento desenvolvido na Embrapa é o primeiro passo para o aproveitamento dos ácidos anacárdicos, que atualmente não estão disponíveis no mercado. “A obtenção desses padrões de forma reprodutível é uma etapa importante para viabilizar o aproveitamento dessas substâncias em diversos fins”, esclarece o pesquisador. Os padrões desenvolvidos servirão como modelo para controle de qualidade em diferentes estudos, inclusive para possíveis futuras explorações comerciais (Fonte: Agência Embrapa de Notícias).

terça-feira, 14 de maio de 2019

Castanha: Nigéria incentiva processamento local

Com a oferta mundial superando a demanda, levando ao declínio no preço da castanha de caju in natura, o Conselho Nigerino de Promoção das Exportações (NEPC), está incentivando os exportadores a explorarem o processamento local em vez de estocarem a castanha na expectativa de melhores preços.

De fato, o NEPC observou que, apesar da Nigéria (área em destaque no mapa) contribuir com uma parcela significativa do fornecimento de castanha de caju na África, menos de 10% são processados localmente.

Especificamente, os preços da castanha de caju in natura caíram de mais de N600.000 (US $ 1.666) por tonelada em abril de 2018, para cerca de N300.000 (US $ 833) desde julho do ano passado, forçando muitos exportadores a reterem os estoques de castanha em excesso.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

A estrada do caju de mesa

Assista ao novo vídeo do Canal da Cajucultura, desta vez mostrando o longo caminho percorrido pelo caju de mesa para alcançar os consumidores de cidades distantes dos locais de produção e agregar valor ao agronegócio caju.


domingo, 12 de maio de 2019

Carne de caju

Do Canal Viewganas, o Blog da Cajucultura traz neste domingo um vídeo sobre "Como preparar a carne de caju".

sábado, 11 de maio de 2019

Caju de mesa ganha o Brasil


Próxima segunda-feira tem vídeo novo no Canal da Cajucultura: "O caju de mesa ganha o Brasil". Conheça os antecedentes que viabilizaram a comercialização do caju de mesa do Nordeste para diversas regiões do país.