Mostrando postagens com marcador plantio do cajueiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador plantio do cajueiro. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Maior cultivo do cajueiro ao Norte do equador

Pouca gente sabe, mas 80% dos plantios de cajueiro do mundo estão localizados ao norte do Equador. Nestas áreas, os picos de colheita do caju ocorrem geralmente entre fevereiro e maio. Os outros 20% restantes da safra mundial estão abaixo da linha do equador (é o caso do Brasil) e são colhidos, com poucas exceções, entre setembro e dezembro.

domingo, 21 de julho de 2019

Cultivo do cajueiro na região Meio-Norte


Resultado de imagem para publicações técnicas sobre o cajueiro
Trazemos hoje para os leitores do Blog a publicação "Recomendações Técnicas para o Cultivo do
Cajueiro-Anão-Precoce na Região Meio-Norte do Brasil", tendo como autor principal o pesquisador José Lopes Ribeiro, da Embrapa Meio Norte, em Teresina (PI). 

O objetivo desta publicação é orientar os produtores de caju sobre as tecnologias disponíveis para a exploração econômica da cajucultura nos diferentes ecossistemas da região Meio-Norte do Brasil.

Clique aqui para acessar a publicação. Boa leitura e um excelente domingo!

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Agricultores retomam o plantio do cajueiro em Carnaíba, Sertão do Pajeú

Resultado de imagem para carnaíba pernambuco
Aos poucos a realidade do semiárido nordestino vai mudando de feição. Em Carnaíba, a 323 quilômetros do Recife, o cajueiro está servindo para repovoar a terra antes ocupada pela plantação da oiticica, dizimada devido à seca prolongada que se abateu sobre o Sertão do Pajeú. 

Cerca de 60% dos cajueiros, que também ocupavam boa parte da região, foram devastados pela estiagem nos últimos seis anos e pela praga da mosca branca. As chuvas recentes trouxeram um novo alento ao homem sertanejo e, consequentemente, passaram a favorecer o plantio do cajueiro, que está sendo retomado (foto). No ano passado, a Secretaria de Agricultura de Carnaíba deu início à distribuição de 20 mil mudas de cajueiros com as comunidades rurais do município. 

O cajueiro também aportou na região em substituição ao algodão, que teve seu período áureo há algumas décadas mas deixou de ser explorado. Uma das comunidades que viu o declínio econômico por conta da falência na produção do chamado “ouro branco” foi a Lagoa do Caroá, que chegou, por conta da crise, a apresentar um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) de Carnaíba. (Sebastião Araújo/Diário de Pernambuco)

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Cuidados no plantio do cajueiro

Existem algumas recomendações que embora possam parecer elementares, considero que sempre são importantes lembrá-las durante a operação do plantio da muda do cajueiro. Dentre estas, destaco:

1. Não irrigar a muda no dia anterior ao plantio, de modo a facilitar a sua retirada do saco plástico no dia seguinte e, com isso, evitar a quebra do torrão;
2. Ao retirar o saco plástico evitar quebrar o sistema radicular;
3. Não segurar a muda pelo caule durante o plantio.

Não se pode esquecer que o custo da muda responde por uma boa parte do investimento na implantação de um pomar de cajueiro. Por isso, todo o cuidado é pouco.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Quando eliminar as panículas?

Essa é uma questão que comumente surge em pomares de cajueiro recém implantados. Como sabemos, as mudas de cajueiro-anão, por serem enxertadas (propagação vegetativa) e precoces, iniciam a emissão de panículas logo após o plantio no campo. 

Aí vem a dúvida do cajucultor: devo ou não eliminá-las? A resposta é: sim. Como as partes reprodutivas da planta (panículas, flores e frutos) são o dreno principal de nutrientes, as partes vegetativas (ramos, folhas, raízes) receberão menores quantidades de nutrientes, o que implicará em atraso no desenvolvimento (crescimento) da planta. Deve-se ter em mente que nos primeiros meses após o plantio é fundamental priorizar o adequado desenvolvimento, e não a sua produção, que ainda é insignificante. 

Desse modo, recomendo que as panículas que surgirem no cajueiro no  decorrer do primeiro ano após o plantio sejam eliminadas. Essa operação deve ser feita com canivete ou tesoura de poda pequena, tendo-se o cuidado de não causar danos às plantas.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Plantar um ou mais clones?

Muitos produtores me perguntam se é recomendável o plantio de apenas um clone num pomar comercial. Respondo negativamente. Extensas áreas, quando são plantadas com um mesmo clone, já que são geneticamente uniformes, ficam muito homogêneas, apresentando as mesmas características, sejam elas favoráveis ou não. Dessa forma, na resposta aos fatores adversos do ambiente, haverá um aumento da vulnerabilidade do plantio, especialmente em relação ao ataque de pragas e doenças. 

Em resumo, num pomar comercial o ideal é o plantio de mais de um clone, distribuídos em talhões ou setores. Fica a dica.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Conheça o clone que você vai plantar

Qual o critério que você utiliza para escolha do clone de cajueiro que vai plantar? Você procura antes se informar sobre as principais características, como produção, rendimento industrial, cor do pedúnculo, comportamento da planta sob sequeiro e irrigado? Você consulta um agrônomo antes de definir o que plantar?

Todas essas questões são abordadas no mais recente vídeo do Canal da Cajucultura no YouTube, lançado nesta quarta-feira, com o título "Conheça os clones de cajueiro mais cultivados no Brasil".

Você já se inscreveu no Canal da Cajucultura? Caso não, o que está esperando? Inscreva-se e receba em primeira mão os vídeos disponibilizados.


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Não ao plantio do cajueiro por sementes

A produtividade dos pomares de cajueiro no Brasil é uma das menores do mundo,  em decorrência, principalmente, do plantio feito por castanha na década de 70, quando inexistiam clones melhorados de cajueiro. 

Na atualidade, com os clones de cajueiro anão lançados pela Embrapa Agroindústria Tropical e com um razoável número de bons viveiristas, não se justifica que ainda se insista no emprego de sementes para o plantio direto no campo. 

A única forma de se obter pomares produtivos é com o plantio de mudas enxertadas. Fazer o contrário é retroceder no tempo em pelo menos três décadas, contribuindo ainda mais para a redução da competitividade da cajucultura brasileira no mercado internacional.